sábado, 31 de janeiro de 2015

Leituras e Devaneios nº 2: O Diário Secreto de Lizzie Bennet - Bernie Su e Kate Rorick







         Imagine só, se Jane Austen pudesse ter vivido e escrito no século XXI? Este livro nos faz refletir um pouco sobre essa possibilidade. Assim como o  The Guardian publicou :"gosto de pensar que se Austen escrevesse nos dias de hoje, teria criado algo muito parecido com isso!" 

Estou me diverti bastante uma adaptação de Orgulho e Preconceito bem atual e divertida. É um livro daqueles que faz você rir alto durante a leitura, e receber olhares inquisidores dos "não-leitores" 'hehe




        No enredo podemos acompanhar um ano na vida de Lizzie Bennet, que é uma estudante de comunicação, vivendo conflitos muito parecidos com os nossos: faculdade, grana curta, fim de semestre, melhores amigos, dúvidas sobre o futuro.... E mais os bônus dos Bennet's  irmãs mais novas problemáticas, mães neuróticas, moços bonitos e possuidores de grandes fortunas que por um acaso vão morar perto de sua casa, moços bonitos que se interessam por você e são perfeitos demais pra serem verdade  e etc...

            Como produto da sua tese para sua pós graduação, Lizzie decide fazer um vlog, sobre sua vida, refletindo sobre a relação dela com sua família e suas irmãs e lá ela registra um ano cheio de descobertas, principalmente quando dois jovens ricos e charmosos se mudam para a sua vizinhança.

               Aos fãs de Jane Austen esse livro é uma deliciosa viagem ao que seria Orgulho e Preconceito no século XXI é um livro que toda a Janeite merece conhecer e se deliciar com a vida moderna de Lizzie Bennet.

          É muito interessante perceber as mudanças que são feitas para "atualizar" os fatos do romance para a nossa época, sem perder a essência do romance original ( não vou adiantar nenhum deles, não quero encher vocês de spoilers).  





        São 202 anos de diferença de um livro para o outro e O Diário Secreto de Lizzie Bennet é  mais um exemplo de que Jane Austen é uma autora atemporal, seus romances alimentam até hoje a "Austenmania" sem deixar que esta se torne massante. Austen se tornou ponto de partida de milhares de histórias que atravessam gerações, sejam elas por meio de livros, filmes, séries, fan fictions e etc...

     Uma das coisas mais interessantes deste livro é sua abordagem transmídia  você pode seguir a história em dois gêneros diferentes: ler o  livro, e acompanhar os vídeos da web série "The Lizzie Bennet Diaries" no youtube!!! Eles têm um papel bem importante no romance, já que são os vídeos do vlog da Lizzie, e você pode acompanhá-los na medida em que eles são citados no livro!  O livro "O Diário Secreto de Lizzie Bennet", por sua vez, foi inspirado na web série e foi escrito pelas roteiristas da mesma: Bernie Su e Kate Rodrick.



         Amei a leitura e estou curtindo bastante a série!!  indico para as Janeites em geral, principalmente para as maluquinhas como eu que vivem imaginando como seriam os romances da Jane na nossa época! 

#Partiu #PemberleyDigital

Hasta La Vista!


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Leituras e Devaneios nº 1: Bela Distração - Jamie McGuire



Buenaaas !

Vamos agitar esse blog que está muito paradão, e para isso vou começar uma nova seção e postar aqui minhas impressões sobre minhas leituras durante o ano. Espero que gostem e acompanhem minhas dicas de leitura, alerto logo de cara que poderão encontrar todo o tipo de gêneros por aqui pois, pretendo diversificar bastante.

Are you Ready!? ;)

       Vocês já ouviram falar na série Belo Desastre?






        Bom essa série é composta por três livros: Belo Desastre, Desastre Iminente e Belo Casamento da escritora norte americana Jamie McGuire.



        Essa foi a minha descoberta literária do ano passado, viciei na série! Não vou mentir comprei os livros pelas capas que são lindas e pelos títulos que são instigantes, (tirando Belo Casamento que eu classifico como um "título - spoiler" mas... ) a sinopse do primeiro livro é muito diferente da história real e realmente não me atrairia se eu não tivesse lido pois aí uns comentários de leitores alertando sobre isso. Tomem cuidado também com um boato que surgiu que Belo Desastre é um irmão mais novo de 50 Tons de  Cinza, pura mentira!!!! ( bitch please!) Uma história não tem nada a ver com a outra!




        Bom indo direto ao assunto o enredo da série é sobre o casal Travis e Abby que se apaixonam de uma forma totalmente desastrosa e viciante. O que achei mais interessante na série, ou melhor nos dois primeiros livros, foi a mudança do ponto de vista da narração do romance; em Belo Desastre conhecemos a história pelo ponto de vista da Abby, já em Desastre Iminente é o Travis Maddox que conta os fatos pelo ponto de vista dele, e é nesse momento que ficamos por dentro de quem realmente interessa nesse post: os Irmãos Maddox.




         O apaixonante e perturbado Travis Maddox tem quatro irmãos, todos sarados e lindos como ele ( pelo menos na minha imaginação e de quem fez essa montagem) e a Jamie McGuire, que não é boba nem nada tratou de criar um spin-off de Belo Desastre para matar nossa curiosidade sobre o resto da sedutora família de Travis. Assim surgiu a Série Irmãos Maddox e é sobre o primeiro livro dessa série, minha primeira leitura de 2015, que vamos falar hoje. Ladies and Gentleman lhes apresento: Bela Distração.


        Em Bela Distração conhecemos o universo do irmão mais próximo de Travis, Trenton Maddox, para quem leu Belo Desastre, já está por dentro da relação dos dois irmãos e como um confia no outro. Mas para a nossa decepção e ao contrário do que eu pensava, a história não é narrada pelo ponto de vista de Trenton mas sim da intensa e independente Cami Camilin, que irá se apaixonar por Trenton e fazer uma bagunça na família Maddox.

        Assim como em Belo Desastre Jamie McGuire nos apresenta uma narrativa leve e instigante, daquelas em que você gruda no livro e não quer mais soltar, ou melhor não quer mais viver até que termine a história e depois não quer mais viver porque a história acabou (hahaha brincando, mas vocês me entendem né?)


         Cami é uma personagem que você se identifica logo de cara, batalhadora e esforçada ela tem que se desdobrar entre a faculdade e seu emprego como bartender no mais pop bar do universo Belo Desastre; o The Red Door e ainda lidar com um namoro a distância, um namorado super ocupado que não tem tempo pra ela e sua família problemática. Imaginamos que a vida de Cami não tem nenhuma graça até que ela conhece Trenton Maddox. E quando um Maddox se apaixona é para sempre!
       
        Trenton teve sua vida virada de cabeça para baixo depois de um trágico acidente que acabou com seus objetivos, teve que largar a faculdade e lidar com a culpa pelo acontecido, e está tentando reestruturar sua vida, econômica e emocionalmente quando Cami reaparece em sua vida, e dessa vez ele não deixará ela escapar.

      Bela Distração é misterioso, viciante e sexy. É impossível não se identificar com a Cami. Assitimos sua luta para manter "apenas uma amizade" com Trenton e se continuar fiel ao seu namorado distante e seu relacionamento cada vez mais frio. Durante a leitura me senti como se fizesse parte do pequeno grupo de amigos no The Red Door e dividindo seus segredos com ela assim como sua amiga Reagan. 

        Para quem curtiu Belo Desastre, Bela Distração é leitura obrigatória, pois além de tudo podemos descobrir mais alguns detalhes da história de Abby e Travis que não nos foram contadas no primeiro romance, aliás quem é que atendia o Travis sempre que ele ia encher a cara no The Red Door? Pois é queridos amigos leitores, ela mesma Cami Camilin! Sabe aquela história de "garçom, aqui nessa mesa de bar...." (leu no ritmo que sei hahaha) Travis entre umas e outras desabafava com ela.
      
        Espero ter contribuído para a sede literária de vocês, super recomendo a série Belo Desastre e seu spin-off  Irmãos Maddox! Por isso que já obriguei (obriguei mesmo, sou dessas! Tipo assim, ei trouxe um livro pra te emprestar!) uma galera a começar a ler; incluindo meu namorado (livre e espontânea pressão, não passa do primeiro livro, pelo menos posso ler e ir contar tudo pra ele 'haha), minha prima ( uma luta, mas já está em Desastre Iminente!!! êeeh), e minhas amigas. ( começando por Milla, toda hora eu pergunto se ela já começou a ler hehe) 

       E como se não bastasse (nunca basta!!!) nossa querida Jamie McGuire lançou essa semana nos EUA o segundo livro da série Irmãos Maddox: Beautiful Redemption, tradução livre: bela redenção, que conta sobre o mais velho dos irmãos: Thomas Maddox!!!



 Esperando ansiosamente e já guardando as moedinhas no porquinho!!

Hasta La Vista !!!!




terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Quando For Dormir...



                                  

Pense que o dia acabou, mas não levou consigo a tua coragem;
O sol sempre volta e traz consigo mais uma chance;
Se a chuva chegar, deixe que os seus problemas escorram pra longe;
Todos os dias são necessários para se construir uma nova história.




 Feliz Ano Novo!
 Happy New Year!
 Bonne Année!
 Feliz Año Nuevo! :)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Para as Coisas Que Não Se Vão



        Você pensa que chegou ao fim? Não tão fácil, não tão cedo. Existem coisas que nunca se vão e para elas posso listar muitas coisas somos marcados todo o dia por momentos, pessoas, músicas, sentimentos, perdas. Cada um de nós sabe as bagagens que levamos, coisas que queremos, sonhos, anseios, e a bagagem de coisas que deixamos pra trás.

        Engana-se quem acha que essa bagagem é leve, quanto mais o tempo passa mais pesada ela fica, cada vez que temos vontade de reviver coisas boas, tornar o passado futuro, esquecer um pouco o presente, mas não dá. Essas também são coisas que não se vão e para elas existe a saudade como ponte para te ligar a aquilo que você pensou esquecer. A gente sempre se engana pensando que algo se vai para sempre, nem mesmo as pessoas se vão para sempre.

       Para as coisas que não se vão existem os vazios, que ficam lá no lugar daquilo que você deixou pra trás, e para esses vazios existem as vontades, que os preenchem de desejos que não te deixam esquecer.

     Então eu devo levar tudo comigo? Nem isso deve-se fazer; outra coisa que não se vai é a necessidade que temos de deixar coisas pra trás; lugares, sentimentos, pessoas, sonhos. Chamamos isso de crescer, amadurecer, renovar, evoluir. Mas mesmo quem “evoluiu” procura em si sua bagagem de coisas que não se vão, nossa ligação com aquilo que não podemos deixar: nossa essência.

       Para as coisas que não se vão existem também as amizades verdadeiras, nunca se deixa um amigo verdadeiro pra trás, nem que se queira, vão se os anos, as décadas, mas os sentimentos permanecem, o que faz bem sempre volta, se renova, se busca. E isso eu aconselho nunca deixar ir.





Para elas também fica minha vontade de escrever, de compartilhar minhas ideias mirabolantes!
 Blog voltando à ativa: Que sigam-me os bons!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Às Heroínas que Somos!



Depois de finalizada a leitura de Lições de Vida das Grandes Heroínas da Literatura de Erin Blakemore me permiti pensar em algo que antes não dava importância, algo meio fora do real, que eu sempre achei difícil ser. Quão enganada eu estava, na verdade, esse sentimento está presente na nossa essência a partir do momento em que tomamos posse de nossos objetivos e nos reconhecemos como heroínas! 

Calma! é isso mesmo, você não leu errado, heroínas! Não só na ficção elas existem, estão presentes em cada uma de nós, mesmo sem precisar de capa, nem espadas ou superpoderes. Só necessitam de força suficiente para assumirem a sua própria identidade. Sua própria maneira de ser heroína.

As personagens que conhecemos na literatura e que por direito nós chamamos de heroínas não fazem parte de nenhum fato extraordinário que não nos pode acrescentar em nada, muito pelo contrário, elas juntamente com suas autoras, também heroínas por trás delas, são um exemplo que nos lembram o quanto de nós mesmas temos que refletir, recomeçar ou por em prática.

Me permito dizer que nós somos heroínas! Cada uma de nós dentro das nossas particularidades, tem seus obstáculos, objetivos e desafios a vencer! Talvez não queiram colocar nossas histórias em revistas em quadrinhos, mas o livro da nossa vida transcende o que podemos imaginar, nossa história é única, tudo o que já enfrentamos e aprendemos até aqui é digno de orgulho e respeito. Lutamos para que nossas vidas sejam melhores, somos heroínas que desejam a felicidade.

Seja heroína de si mesma! Que possamos nos salvar de tudo que não nos otimiza, nem vale à pena, que possamos nos salvar das imposições, estereótipos e preconceitos que querem nos aprisionar fora do que realmente somos. Desperte a heroína que há dentro de você, não deixe que se esqueça que ela existe, pois precisamos delas, não só nos romances, mas também nesse constante labirinto que é a vida. Que sejamos heroínas à nossa maneira, infinitas dentro de nós mesmas.

Por isso proponho um brinde, ás heroínas que somos! Por possuirmos a capacidade de nos vermos como tal, por lutarmos por dias melhores por igualdade, por respeito, por tentarmos ser diferentes num mundo onde querem nos manter padronizadas, por enfrentarmos os limites que encontramos trabalhando duro, por assumirmos a nossa imperfeição, errarmos e recomeçarmos. Que sejamos heroínas para enfrentarmos os nossos vilões do dia a dia, para sermos generosas no sonhar e guerreiras no realizar. Que possamos tomar posse dessa identidade e assumir nossa heroína interior, pois como nos livros, temos muito a aprender com elas.




quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Arrisque-se




Me chateei, quebrei a cara, acontece com todo mundo eu sei. Construí uma ponte em um lugar alto, segura de que estava fazendo a coisa certa, confiante, perseverante, esperava o sucesso, mas nem tudo seguiu como imaginado, minha ponte virou uma corda bamba e eu caí. Ainda dói, todas as quedas deixam marcas mas eu que serei responsável pelo tempo em que elas irão durar. Estou pensando se vou me arriscar em construir outra ponte, em um lugar tão alto novamente. Penso em desistir? Sim, mas eu não seria eu se assim o fizesse. 

Acredito que tudo o que você se dispõe a fazer com dedicação e fé já tem chances válidas de dar certo, não foi hoje, talvez não seja amanhã, mas isso não quer dizer que não acontecerá nunca, sempre há uma chance a mais se você se permitir a ter esse direito. Se arriscar é um ato de coragem, quebrar a cara é apenas um risco que você vai correr, se exitem o sim e o não, por que não o sim? Se a vida te impõe limites, mostre a ela a sua capacidade de superá-los, limite as chances que a vida tem de te limitar, mostre a que sua vontade é infinitamente maior.

Eu poderia esquecer minha ponte, deixar para lá, tentar algo mais fácil, permanecer no que já é conhecido, mas quantas coisas eu estaria perdendo se assim o fizesse? Quantas novas experiências eu estaria evitando?Provavelmente eu estaria sempre no mesmo lugar, mas eu prefiro me arriscar, me arrisco todo dia, se não me arriscasse nem estaria aqui escrevendo isso, afinal estou correndo o risco de me acharem, boba, maluca, desocupada, ou coisas do tipo.

 Me arrisco, não porque alguém mandou, ou porque alguém disse que era certo, me arrisco porque me permito isso, você pode se permitir a fazer muitas coisas, quem sabe correr descalço na chuva, dar risada sem motivo, escrever um livro de poesia , cantar no chuveiro, idealizar possibilidades pro futuro que podem dar certo, ou não. Você tem inúmeras possibilidades de ser você e manter suas ideias em prática, mantê-las em risco.

Viver é um jogo de fazer escolhas, fazer escolhas requer sacrifício, e sacrifício significa correr riscos só depende da sua vontade de dar certo e isso começa dentro de você, nem sempre pode ser ruim, afinal, nem todas as pontes caem.

Lute pelo que você acredita, plante em si mesmo a vontade de ir em frente, não se tranque, se possua, seja quem você quiser e construa suas pontes o mais alto que puder, arrisque-se sem medo, erre, mas se permita uma chance a mais, não se limite, transborde-se.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Pra Sempre Austen





Como não admirar Jane Austen? Não apenas pelos seus incomparáveis romances, mas também pela pessoa que foi pela coragem se ser quem ela era mesmo tendo que encarar as dolorosas consequências que a sociedade do séc. XIX lhe impunha.  Jane é inspiradora, tocante, como não se emocionar com a história de sua vida? Mesmo sabendo que talvez todo sofrimento relatado nas fontes que conhecemos pode não ser equivalente ao que ela realmente sentiu, ter que publicar suas obras, seus filhos queridos, por um preço humilhante totalmente fora do que eles verdadeiramente valiam, ter que ver sua família permanecer na pobreza e saber que se talvez ela tivesse feito o que uma mulher comum faria e se cassasse por convenções teria salvo sua mãe e irmã da miséria. 

Contudo ela não teria sido a Austen se tivesse feito isso, se tivesse escolhido o que deveria ser feito e se casasse por interesse.  Ela não teria sido Austen se não lutasse pela sua própria liberdade. Não teria sido Austen se não acreditasse no amor, se não acreditasse que existia algo a mais para ela, que não apenas suas heroínas poderiam ter um final feliz, pois era isso que ela queria apenas ser feliz podendo escrever seus romances sem ter que sofrer imposições de homem algum e assim poder ser ela mesma e ter seus próprios valores. 

Um exemplo de coragem para a época e para os séculos que se seguiram, coragem de uma coisa que deveria ser tão simples, mas que poucos se atrevem a ter, coragem de acreditar no amor, de acreditar em si próprio, de acreditar que você mesmo pode construir o caminho para a sua felicidade mesmo com o mundo inteiro contra, mesmo com uma sociedade que quer te limitar e silenciar. 

Jane vem nos lembrar que vale a pena tentar lutar por aquilo que acreditamos e não apenas se deixar levar pelo que todos dizem ser certo e tenho certeza que se ela pudesse estar aqui hoje e ver os frutos que seus romances proporcionaram ela não se arrependeria de tudo o que fez, pois para Jane e seus romances não haverá apenas um final feliz, mais uma incessante onda de finais felizes, sentidos, chorados,sonhados, deliciados, vividos,assistidos, lidos e relidos por cada um de seus admiradores, sem importar o tempo, ano, década ou século ela será para sempre Austen infinitamente amada.