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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Little Things: Transmedia Storytelling "Em Chamas"e seus 7 Conceitos Principais





Hey leitores!, hoje vamos tratar sobre transmedia storytelling ou narrativa transmídia e seus sete conceitos principais definidos por Henry Jenkins que ajudarão vocês a entenderem sobre como esta é estruturada.
Pra começar, vou deixar claro que nós conhecemos muito bem como a narrativa transmídia ocorre, apenas não paramos para refletir sobre ela, mas fazemos parte até involuntariamente. Primeiro vamos para um conceito rápido da narrativa transmídia como um todo:

"Narrativa transmídia ou narrativa transmidiática é aquela que se desenrola por meio de múltiplos canais de mídia, cada um deles contribuindo de forma distinta para a compreensão do Universo narrativo. Bons exemplos de franquias transmidiáticas trabalham para atrair múltiplas clientelas, se aproveitando da lógica econômica de uma indústria de entretenimento integrada horizontalmente, com braços em setores midiáticos diversos e diferenciados. Mídias diferentes, atraem nichos de mercado diferentes, a para atraí-los, o conteúdo se permite alterar um pouco o tom de acordo com a mídia."  

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Dessa forma, nós fazemos parte desta narrativa quando nos engajamos em uma saga cinematográfica como Jogos Vorazes (2012) e suas sequências que foram derivadas da trilogia escrita por Suzanne Collins. E esta ultrapassa as barreiras do cinema e começa a criar seu próprio universo através das mídias.


 Exemplo: durante a divulgação do segundo filme da saga Jogos Vorazes: Em Chamas foi criado um web site de uma revista que seria da Capital de Panem a Capitol Couture uma revista online que era escrita pelos cidadãos da capital contendo artigos sobre os participantes dos jogos, eventos que aconteceriam na mansão do presidente Snow e claro artigos sobre estilistas, maquiagem e a arquitetura da Capital, tudo construído para disponibilizar ao leitor uma imersão 'legítima" no universo da saga.

Articles on fashion designers and brands on 'Capitol Couture'
Artigos de moda da revista Capitol Couture

The Official Capitol/Panem Government Twitter Channel
Perfil da Capital de Panem no Twitter

A experiência transmídia foi estendida para as redes sociais onde foram criadas páginas no Facebook e Twitter para os distritos e a Capital que inclusive emitia mensagens para seus seguidores como se fossem seus cidadãos.

Mensagem da capital para que os moradores respeitem as fronteiras de seus distritos,
                                    
Todo esse universo foi construído com o objetivo de fazer com que os fãs da saga, que se auto intitulam Tributos, se sentissem fazendo parte dela por todos os meios possíveis, além de servir como um meio de divulgação para os filmes.

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Quais são os pontos levados em conta para que a Narrativa Transmídia tenha importância e seja relevante para as histórias que conhecemos hoje? Henry Jenkins, considerado o "pai da narrativa transmídia", definiu sete conceitos principais que lemos abaixo com tradução feita por Marcelo Andrade do blog Ponto e Vírgula.




"Por enquanto, vamos colocar aqui a tradução com direito a algumas palavras adaptadas e outras inventadas. 

Potencial de Compartilhamento X Profundidade

A habilidade e grau que o conteúdo tem de ser compartilhado e a motivação do espectador em compartilhar o conteúdo versus a habilidade do espectador de explorar profundamente o conteúdo que ele encontra quando esbarra numa ficção que prende sua atenção.



Continuidade X Multiplicidade

Algumas franquias transmídias mantêm uma coerência continua para que possa haver plausibilidade máxima em todas as extensões de conteúdo. Outros corriqueiramente usam versões alternativas dos personagens ou universos paralelos das suas histórias para mostrar maestria sobre o conteúdo apresentado.



Imersão x Extração

Na Imersão, o consumidor entra num universo da história (ex: parques temáticos), enquanto em se falando de potencial de extração, os fãs levam consigo aspectos da história como recursos que eles utilizarão em espaços do seu dia-a-dia (ex: produtos da loja do parque)



Construção de Universos:

Extensões transmedia. Muitas vezes elementos não diretamente relacionados à narrativa principal, que dão uma descrição mais rica do universo onde a narrativa principal se desencadeia. Franquias podem explorar tanto o universo digital quanto experiências reais. Essas extensões muitas vezes levam os fãs à catalogarem e capturarem elementos díspares.



Serialidade

Transmedia Storytelling pegou a idéia de se quebrar o arco narrativo em pequenos e discretos pedaços ou instalações dentro de uma única mídia e transformou isso na idéia de espalhar esses pedaços de história em diversas plataformas.



Subjetividade

Extensões transmedia muitas vezes exploram o conflito central através de outros olhares, como, por exemplo, os de personagens secundários ou pessoas de fora. Essa diversidade leva os fãs a considerarem mais cuidadosamente quem está contando a história e por quem eles falam.



Performance

A habilidade que as extensões transmídia têm de levar os fãs a produzirem performances que podem acabar se transformando em parte do transmedia storytelling em si próprias. Algumas performances são por convite do criador do conteúdo, mas nem sempre. Muitas vezes os fãs procuram ativamente espaços para potenciais performances. Fanfiction por exemplo!"


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Terminamos por aqui, espero que vocês tenham gostado da nossa pequena viagem transmídia, mais posts virão!

Hasta La Vista!

Postado por Marcelo Andrade originalmente em: http://pontoevirgulaim.blogspot.com.br/2011/04/7-conceitos-de-henry-jenkins-para.html#uds-search-results

http://christineweitbrecht.com/2013/10/transmedia-marketing-case-study-the-hunger-games-catching-fire/

sábado, 15 de outubro de 2016

LittleThings - Pensando sobre Cinema: Remakes, Reboots e Caça Fantasmas



O mercado cinematográfico recorre com frequência as estratégias do Remake e Reboot tendo como um dos principais objetivos atrair um público já "garantido" levando em conta que o fã do filme original iria se interessar pro um promissor remake de um filme já consagrado. E claro, ganhar uma nova platéia. Acontece que muitas vezes trazer de volta essas obras ao cinema não é a melhor ideia e o novo filme, sendo ele um reboot ou um remake corre o risco de não emplacar.

Antes de tudo vamos clarear um pouco a mente sobre os termos Remake e Reboot:

Remake:

Traduzindo literalmente para o português, remake significa “refazer”, o que quer dizer, pegar uma obra mais antiga e fazer uma refilmagem com um elenco novo e poucas mudanças em relação à obra original, ou seja, totalmente baseado na mesma. ( ex: A Fantástica Fábrica de Chocolate 2005)

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Reboot:

Na tradução literal significa “reinício”, assim, podemos dizer que é um reboot quando uma franquia é trazida de volta às origens com um novo elenco e até outra história, ou a mesma contada de um outro jeito, sem se basear em um filme específico. (ex: Jurassic World 2015)

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Recentemente, assistindo novamente De Volta pro Futuro me veio um medo em mente " e se decidirem fazer um remake desse filme?"  a primeira coisa que me veio a mente foram os terríveis exemplos de remakes que eu tive o desprazer de assistir e que pela nossa sorte acabam sendo esquecidos com o passar do tempo, sem antes deixar um rastro de vergonha alheia para os envolvidos. Fazer um filme ruim é uma coisa, mas fazer uma história renomada, clássica, com uma fórmula já bem sucedida ficar ruim é quase um pecado, isso sem falar dos prejuízos financeiros aos estúdios e os fãs decepcionados.


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Pois é, existe um remake de Psicose, lembrava disso? 

Porque assistimos a reboot/remakes? Simples, amamos as histórias e queremos vê-las recontadas, sendo sucesso e conquistando mais fãs! As vezes é só um toque de nostalgia, adicionado aos benefícios que os novos recursos cinematográficos podem adicionar a trama além de a interpretação de um novo diretor que apresenta sua versão dos fatos de um ponto de vista não antes pensado.

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Teste do remake mais desnecessário do cinema: de qual dessas Carries você correria se encontrasse com ela a meia noite sozinha na rua? Versão 1976 ou remake 2013?

Eu particularmente sou super a favor de reboots e remakes, por um lado eu super apoio um de De Volta Pro Futuro mesmo sentindo aquela dorzinha no coração por saber que o nosso personagem amado irá perder o rosto ator que sempre o interpretou (sim, o tombo vai ser grande Mr. Wolverine) ou até que seu filme amado pode tomar um rumo não tão bom. É claro que quando gostamos muito de um filme com potencial para ser refeito/reinterpretado meio que nos sentimos parte daquilo, queremos que nossas expectativas sejam preenchidas para sentirmos aquela sensação de ver tudo de novo como se fosse a primeira vez, só que dessa vez somos os espectadores especialistas do que é inédito e isso nem sempre dá certo. 

Who you gonna call?


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Recentemente assisti ao reboot de Ghostbusters (Caça Fantasmas) comédia clássica da década de oitenta que desde seu anúncio no fim 2014 causou furor já que os personagens principais do filme original, produzido a mais de 30 anos atrás, eram homens e o reboot apresentaria um time feminino.

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Os protagonistas anteriores Bill Murray (dr. Peter Venkman), Dan Aykroyd (dr. Ray Stant Harold) Ramis (dr. Egon Spengler) e Ernie Hudson ( Winston Zeddemore) deram lugar as maravilhosas (sim vou rasgar seda porque elas são divas e eu estou empolgada) Kristen Wiig (Erin), Melissa McCarthy (Abby), Kate McKinnon (Jillian) e Leslie Jones (Patty) 

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Daí começam os primeiros desafios de Ghostbusters logo de cara diretores e atrizes começaram a ser atacados pelas redes sociais, sim, aqueles mesmos que se sentiram especialistas do que não tinham visto ainda, alegaram que o filme por ter um elenco feminino destruiria suas infâncias o que é inadmissível, pois estas pessoas que se dizem fãs do 'grande clássico Ghostbusters' (que sejamos honestos recebe mais crédito do que realmente merece) escondem seu sexismo atrás de mimimi.

Sim, esse é um filme girl power! Que mesmo tendo suas controvérsias, como a personagem Patty de Lesllie Jones, representando a mulher negra, ser a única não cientista, ou mesmo o fato da personagem Holtzmann de Kate McKinnon, abertamente lésbica na vida real, "dar a entender" que é homossexual na trama, mas que supostamente tenha sido obrigada a ficar no armário por pressão do estúdio. 

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Kate McKinnon como Holtzmann
            
Ghostbusters abre caminho para representatividade que é muito importante, mesmo mais de 30 anos depois dos filmes originais (sim demorou tudo isso!) agora podemos dizer para as meninas que sim, elas podem caçar fantasmas se quiserem! E aos que diziam ter suas infâncias arruinadas pelo novo filme tenho um recado: crianças de 30 e poucos anos ( que são as piores de lidar, principalmente se estiverem escondidas atrás de uma tela de computador) Ghostbusters 2016 é melhor, sim repito e soletro M-E-L-H-O-R que a franquia original. O reboot supera em comédia e efeitos especiais claro mantendo alguns elementos clássicos; como os fantasmas gosmentos e a musiquinha chiclete que é marca registrada do time. 

Meninas cumprimentam a atriz Kristen Wiig na pré-estreia de 'Caça-fantasmas' em NY (Foto: Reprodução/Twitter)
"Nossa! Outra infância arruinada por Caça Fantasmas"


Insisto em dizer que esse não é um filme feito para agradar os fãs antigos, mas sim para conquistar uma nova audiência se reformular até poder sair da sombra dos antecessores, caminho árduo, mas possível. Dado o recado eu realmente espero que Ghostbusters 2016 possa ter uma sequência e novos reboots/ remakes venham por aí para nos divertir ou só pra ter o que criticar mesmo!

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Hasta La Vista!

Sites de apoio:

http://www.blogdecinema.com/2015/02/08/remake-x-reboot/

http://blog.geekeriashop.com.br/2016/01/20/geek10-os-piores-remakes-e-reboots/

http://variety.com/gallery/worst-movie-remakes/#!1/introduction-17/

http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2016/07/caca-fantasmas-da-status-de-super-heroinas-personagens-g1-ja-viu.html

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Para ler, ver e ouvir: Como Eu Era Antes de Você - Jojo Moyes



Não sei vocês, mas eu particularmente AMO a sensação de assistir a uma adaptação de um livro que eu gosto para filme, nem que seja para ficar revoltada com o resultado final ou com alguns detalhes, o que claro sempre acontece já que a interpretação do roteirista do filme não é a mesma que a sua e a não ser que você seja um aspirante a roteirista de Hollywood e vá adaptar algum livro que você ama um dia, é melhor se acostumar com essas experiências negativas. Maaaas, nem tudo são espinhos, volta e meia e , sejamos razoáveis, na maioria das vezes, as adaptações de best sellers são boas maneiras de fazer o livro migrar para outras mídias e por quê não, alcançar novos leitores ávidos por histórias de amor.

É esse o caso de Como Eu Era Antes de Você ( Me Before You) um romance escrito pela já popular Jojo Moyes, ganhou sua adaptação recentemente para as telonas. Eu claro, não quis ficar fora dessa e fui escolher o caminho pelo qual eu iria conhecer essa história. Minha escolha desta vez foi: livro primeiro, filme depois. Nada contra os filmes, eu sinceramente não me apego a isso, como disse antes, gosto da sensação de imaginar primeiro e ver se minhas escolhas se encaixariam com as dos produtores do longa, é como se eu contasse os erros e acertos, ou as coisas que eu escolheria melhor 'haha


Para quem ainda não conhece o livro, segue a sinopse:
Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.

#Para Ler:


Tive três fases na leitura deste livro, podendo ser classificadas como: 1) "OMG não estou curtindo, vou largar em 3... 2.." 2) "OMG não consigo largar mais isso! Vamos lá Lou, você consegue!! Go Girl!" 3) "OMG tá acabando, não sei lidar com isso!!"  Não demorei muito na leitura, até porque não consegui largar mais, me apeguei a Lou Clark um pouco depois dos primeiros capítulos e estou apegada até agora. Viva a ressaca literária! Quem nunca!?
A escrita de Jojo Moyes é detalhada, mas direta, ela nos deixa saber exatamente o que precisamos para que nos identifiquemos com sua personagem principal de maneira a compartilhar das inseguranças e paixões dela. Vai dizer que você não ficou querendo (ou vai querer) uma meia de abelhinha também?
Como Eu Era Antes de Você é acima de tudo uma história de amadurecimento, crescimento e amor, um romance delicado e puro. Que faz jus ao grande sucesso que tem!

          


#Para Ver:


Gostei bastante da adaptação do livro, muitas coisas coincidiram com minhas expectativas, primeiramente a escolha dos personagens, os principais, Lou e Will já estavam na minha minha mente como Sam Clafin e Emilia Clarke então eles já continuaram sendo perfeitos. Emilia então é a personificação perfeita da Lou! Alguns personagens com alguns detalhes diferentes da minha mente que não tiraram a beleza do filme, por exemplo, imaginei Nathan, o enfermeiro de Will, negro, os pais de Will mais novos e a irmã de Will bem magra e alta, minha sorte é que ela é tão chata que nem no filme apareceu!

O que achei como ponto negativo foi a falta de alguns detalhes da vida de Louisa, que podem ser amargos mas são importantes para que pudéssemos compreender melhor algumas das atitudes dela e sua posição diante da própria vida, assim como seu relacionamento com o namorado Patrick, com a sua irmã Katrina e posteriormente com Will. Então se querem saber mais sobre Lou, o livro é a melhor opção.

Um ponto superpositivo no filme foi a "não exploração do dramalhão", é tudo bem leve, puro e muito delicado nas ambientações e cenas, apesar de tratar sobre um assunto polêmico, em nenhum momento parece que o filme (nem o livro) está te forçando a sofrer com os personagens, você apenas sente o que achar ser verdadeiro.

#Para Ouvir:


Tem coisa melhor do que transformar um filme/livro em música? Como Eu Era Antes de Você faz isso com maestria nos cativando logo nas primeiras notas.
Quando eu pensei que não poderiam deixar Thinking Out Loud do Ed Sheeran mais romântica, colocam ela em uma cena super fofa e emocionante do filme. Além dela temos Photograph, também do nosso ginger mais fofo Ed Sherran.
Destaque para a música Not Today, interpretada por Imagine Dragons e escrita especialmente para integrar a trilha sonora do filme.


Confira também Unsteady por X Ambassadors:


                                             


Terminamos por aqui nosso Ler, ver e ouvir, com a certeza que Como Eu Era Antes de Você se encaixa perfeitamente nessas categorias graças a sua leveza e beleza, se não conferiu a história ainda escolha seu caminho (ouvir, ver depois ler/ ler, ouvir e ver/ ver, ouvir, ler) e se jogue nessa vibe apaixonante <3

                                     

Hasta La vista! :*


 

domingo, 10 de abril de 2016

Little Things: Personagens do Johnny Depp que amo!




Amor é uma coisa que se conquista né? Mas se tratando de John Christopher Depp II ele nem precisa fazer muito esforço para derreter os nossos corações. É um dos atores mais famosos e adorados por todo o mundo, devido a papéis brilhantes e excêntricos que marcaram a vida de muitas pessoas. Sendo considerado um dos maiores nomes do cinema atual, seguem agora os meus personagens mais amados vividos pelo nosso querido Johnny!

                


#1 Edward Mãos de Tesoura: 

Edward Mãos de Tesoura (1990)


Quem aqui não gostaria de se arriscar pra dar um abraço nessa fofura? Quem assistiu o filme entende do que eu estou falando. Edward Mãos de Tesoura foi o primeiro personagem da parceria de Johnny Depp com o diretor Tim Burton.

#2 Captain Jack Sparrow:

 Piratas do Caribe (2003 - 2017)




O que falar sobre o pirata mais conhecido dos sete mares? Um personagem icônico e marcante, Jack Sparrow ou melhor Capitão Jack Sparrow é a grande estrela da saga Piratas do Caribe que já rendeu quatro filmes com o quinto a caminho. Seu estilo, meio atrapalhado e cômico adicionado ao charme natural de Johnny Depp faz de Jack um de seus personagens mais amados! 

#3 Don Juan de Marco:

Don Juan de Marco (1995)


Um belo dia um psicólogo se vê diante do seu último paciente, um jovem que acredita ser o próprio Don Juan sofrendo por ter perdido o seu grande amor, no decorrer do convívio com este paciente o psicólogo tenta evitar a influência que as ideias românticas do jovem começam a exercer sobre os seus relacionamentos pessoais.  Neste filme, Johnny contracena com Marlon Brando e interpreta o jovem em questão. Muito romantismo combinado com um  bronzeado irresistível fazem deste personagem um elemento obrigatório desta lista!

#4 Ichabod Crane:

A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (1999)

                    
Ichabod Crane é o detetive que foi enviado de Nova York para Sleppy Hollow investigar estranhos assassinatos ocorridos na cidadezinha, o que ele não esperava era ter que enfrentar poderes sobrenaturais em busca do Cavaleiro Sem Cabeça. O Detetive Ichabod é mais um da dupla Burton-Depp que mescla um pouquinho de esquisitice com um tom cômico e romance.  

#5 Chapeleiro Maluco:

Alice no Pais das Maravilhas (2010) e Alice Através do Espelho (2016)




O Chapeleiro é um daqueles personagens que eu não sei por onde começar a me derreter, a interpretação de Johnny dá a ele um tom excêntrico e carismático que faz jus ao personagem escrito originalmente por Lewis Carroll.

#6 Mort Rainey:

A Janela Secreta (2004)




Pra quem não assistiu a esse filme ainda, um recado : Assista logo! A Janela secreta é um daqueles filmes que mistura suspense com um final bem louco. Inspirado em um livro homônimo de Stephen King, Mort é um escritor bem sucedido que está em crise, enfrentando um conflito pessoal após o fim de seu casamento. Não conseguindo escrever nada novo. Para complicação da circunstância, um homem aparece inesperadamente e começa a atormentá-lo dizendo que Rainey se favoreceu do plágio de um de seus melhores contos, pressionando de forma invasiva o escritor e demonstrando também possuir sinais de ser um sujeito mentalmente alterado e ameaçador.

#7 Willy Wonka:

A Fantástica Fábrica de Chocolates (2005)



Pra falar a verdade, eu sempre tive um medinho do Willy Wonka, um medo somado a uma vontade enorme de conhecer a Fantástica Fábrica de Chocolates. Johnny aparece como o excêntrico e eu diria um pouquinho perturbado, dono da fábrica de chocolates mais famosa do mundo. Até hoje eu não sei se esse é um filme de terror ou um filme infantil. O que acham?

#Bônus: Glen Lantz:

A Hora do Pesadelo (1984)


Como bônus temos Johnny Depp na sua primeira aparição no cinema, como Glen Lantz um dos adolescentes que são atormentados por Freddy Kruegger neste clássico do terror, Glen tem uma das mortes mais horripilantes de toda a saga de Freddy! Agradeça a moda dos anos 80 pela barriguinha exposta.


Morte de Glen em A Hora do Pesadelo


E aqui encerra nossa lista! Um amor Chamado Johnny Depp! Sei que deixei vários personagens incríveis de fora pois a carreira de Johnny é uma das mais ecléticas do cinema! E você? Quais são seus personagens preferidos? Quem deveria estar nesta lista? Deixe eu comentário! ;)


domingo, 20 de setembro de 2015

#Little Things: O Livro ou o Filme?



O Livro ou o Filme? 



Brian Mcfarlane (1996) traz em sua obra From Novel to Film uma discussão sobre adaptação e sua relação com o romance da qual se origina. Neste ponto é necessário se discutir o porquê das adapatações serem tão populares. Em questão de popularidade podemos destacar que o filme está para o século XX/XXI como o romance/livro estava para o século XIX.


O papel do romance na sociedade do século XIX se assemelha ao que hoje temos o papel do cinema, como formador de opinião, difusor de idéias e fonte de entretenimento. As duas mídias tem muito mais em comum do que notamos, “como filme veio substituir na popularidade do romance representacional do início do século XIX, este o fez através da aplicação de técnicas praticadas pelos escritores no último final de século.” (MC FARLANE, 1996, p.6 tradução minha) O que reforça a proximidade das duas mídias e justifica termos o cinema e a literatura em constante diálogo através das adaptações. 


Ao tornar esse diálogo mais claro o cinema utiliza da literatura para fortalecer seu campo de trabalho, assim como atender as expectativas de seus leitores/espectadores:

"Assim que o cinema começou a ver-se como uma narrativa de entretenimento, a idéia de saquear o romance – já um repositório estabelecido de ficção narrativa - para material de origem teve início, e o processo continuou mais ou menos ininterruptamente por 90 anos. As razoes dos produtores para esse fenômeno parecem se mover entre os pólos de comercialismo em massa e o elevado respeito do público para com obras literárias." (MC FARLANE, 1996, p.6 tradução minha) 


A partir de então o cinema vê na literatura uma fonte de recursos sobre os quais poderão ser trabalhados, apresentando o leitor para determinados enredos de obras literárias ou atraindo aos que já conhecem a obra literária como fonte e que, querendo ou não poderá ver com olhos mais críticos o filme que deriva da obra de seu autor favorito.


É do leitor que vem a se tornar espectador que parte outro destaque de Mc Farlane em sua obra, para ele o leitor tem a motivação de ir ver uma adaptação mesmo sabendo que está poderá não preencher suas expectativas e será totalmente diferente daquilo que nós, como leitores, imaginamos ao ler uma obra literária.

"Quanto ao público, independentemente das suas reclamações sobre esta ou aquela violação da obra original, eles continuam a querer ver o que os livros poderiam parecer. Constantemente criando suas próprias imagens mentais do mundo de um romance e de seu povo, eles estão interessados em comparar as imagens com as criadas pelo cineasta." (MC FARLANE, 1996, p7 tradução minha) 


Leitores em geral têm como desejo saber como o livro seria se este pudesse ter existido de uma forma concreta, nesse caso concretizada em forma de imagem, no qual temos um porém, pois as imagens pertencentes ao imaginário de uma pessoa são diferentes em relação ao de outros leitores. O que diferencia um leitor/espectador comum e um diretor de cinema é que este tem o poder de transformar sua própria interpretação de uma obra em algo concreto, o filme, tornando desta forma, a sua adaptação/ interpretação pertencente ao imaginário daqueles que não conhecem a obra original; os espectadores não leitores.

E você a qual lado pertence? É um expectador leitor ou um leitor espectador? Deixe seu comentário!

Hasta La Vista :*

terça-feira, 7 de julho de 2015

#Little Things: Listinha de filmes


Hey Leitores!

Quando eu tenho tempo livre adoro assistir filmes, e a época em que eu mais assisto é nas férias, devido a minha falta de tempo durante o resto dos dias 'hahaha Então faço uma listinha que nunca acaba hahaha os últimos a serem riscados da lista foram esses três filmes e eu trouxe uma análise de cada um pra vcs, espero que curtam.


#The Avengers - Age of Ultron




Antes de mais nada.......

                                                      ........ Eu depois que baixei o filme em uma qualidade boa!


-O download terminou ~ uhuuu \O/

Agora vamos lá!....

Avengers - Age of Ultron é um daqueles filmes que você já começa a esperar ansiosamente desde que você terminou de assistir o filme anterior pela primeira vez, reunir os heróis mais poderosos ~ pelo menos os mais badalados são ~ Para lutarem juntos é um grande acontecimento. O filme é super legal, mas como eu sou chata, falo mesmo: achei o primeiro filme melhor ~me condenem~


Ter achado o anterior mais emocionante não tira o mérito deste filme, claro que os dois filmes são super blockbusters e meu julgamento dos dois é sempre alto, são superproduções que eu adoro e pronto. ~e a Marvel e a Disney mandam no mundo~

O que eu mais gostei sobre o filme foi ver os Avengers lutando como amigos, tá bom, com relação a Stark e Rogers amigos pode não ser o termo certo, talvez parceiros, mas sim eles lutavam com mais entrosamento do que anteriormente, agora estavam unidos como um time.

Também gostei do climinha da Natasha com o Dr. Bruce 'Hulk' Banner. Só assim para por um fim no meu recalque de vê-la tirando umas casquinhas do Capitão América no filme do Soldado Invernal 'hahaha ~ Se não eu, só a Agent Carter hahaha~

Por falar em Hulk gente! As cenas de luta dele continuam as melhores, adoro ver o verdão destruindo tudo, chutando, esmagando de uma forma que chega a ser cômica. Aaah, também gostei de ver o 'Hawkeye' Gavião Arqueiro ~quem traduziu esse nome dele hein?~ com mais ação, dividindo segredos da vida pessoal dele, pra ver se esse povinho para de dizer que ele é insignificante para os Avengers.

Ultron: Sucks
Maria Hill: eterna Robin
Thor: Vai ter que dividir o martelo
Steve: Vai despedaçar meu coração na Civil War que eu tô ligada!
Stark: Olha o linguajar!
Fim se não eu encho todo mundo de spoilers!


#Home




Em Cada Um Na Sua Casa‘ ~desnecessária essa tradução, mas tá bom~, quando a Terra é invadida pelos confiantes Boov – uma raça alienígena em busca de um novo lar – todos os humanos são prontamente deslocados, enquanto os Boov se ocupam de organizar o planeta. Porém uma esperta garota chamada Tip  consegue evitar ser capturada e acidentalmente transforma-se em cúmplice de um Boov exilado chamado Oh....

Muita fofura esse filme!!!! Não vou negar que assisti só por causa da Rihanna que dupla a personagem principal Tip e gravou algumas músicas para a trilha sonora do filme. Li umas críticas bem ruins sobre o filme mas não me conformei e resolvi ver por mim mesma se o filme era ruim assim, resultado: os críticos estavam redondamente enganados 'haha Eu amei o filme, muito engraçado, colorido e alegre.

O 'Oh' um extraterrestre super simpático e atrapalhado sabe que não é querido pelos demais de sua espécie mas mesmo assim não deixa de tentar ganhar a confiança de todos e provar que pode ser valoroso.

A relação entre Oh e Tip, mesmo sendo um pouco problemática de início, deixa a mensagem que todos devem respeitar as diferenças dos outros e tentar conviver da melhor forma possível, e quem sabe dessa convivência se permitir nascer uma verdadeira amizade <3

Amei e chorei com esse filme, sim, sou humana, choro em animações, quem nunca!? Não vou mentir que quis chorar no mínimo umas três vezes durante o filme e no fim também.... Fica a dica pra quem quer se divertir e passar uma tarde colorida se aventurando com Oh e Tip.

#Fast and Furious 7




ÊEEEH, Vou tentar ser veloz  nessa análise também 'rs não sou uma grande fã dessa franquia, mas já assisti quase todos os filmes, lembro de ter assistido com meus primos os primeiros a muito tempo atrás direto do túnel do tempo, já que a franquia se iniciou em 2001. 

Ainda pensei em antes de assistir Furious 7 dar uma olhada nos filmes anteriores pra clarear a mente, só que me fizeram o favor de me encher de spoilers aí desisti. Mesmo assim no início do 7 fiquei meio perdida sem saber o que estava rolando entre os personagens mais foi por pouco tempo. Até porque se eu precisasse de ajuda, teria meu namorado do lado, que sabia até o preço dos carros que apareciam no filme ~ probleminhas O_o 'rs ~

No geral, achei o filme meio igual aos outros da franquia ~ me condenem ~ o problema é que na minha mente todos os outros filmes de Fast and Furious são um só pois eu só lembro cenas aleatórias haha. Enfim não tenho muito o que dizer nesse aspecto, estou achando todos os filmes recentes de ação muito iguais aos outros, Velozes 7 pelo menos tem carros explodindo, batendo e voando.

Algo que achei bem legal foi a permanência dos atores desde o início da franquia até aqui, o que dá uma ideia de continuidade e claro, todo mundo ama ver seus personagens favoritos em novas missões. É uma pena que o mesmo não poderá ser dito do personagem de Paul Walker,por motivos óbvios. Outro ponto forte do filme foi sem dúvida a curiosidade de todos para ver o final que seria dado ao personagem de Walker. Eu gostei bastante, seria muito triste se o personagem também morresse, os fãs poderão guardar na memória uma linda homenagem e um final feliz para Brian.

E que venha velozes 8, porque ninguém quer tirar o ganha pão do Vin Diesel  ~hahaha kidding~

Beijinhos, Hasta La Vista :*

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Pensando sobre Cinema: Planos Cinematográficos




Hey Leitores!!

Vamos falar de algo que todo mundo ama:  CINEMAAA!!!! êeh! Bom, pelo menos eu amo e fico bastante empolgada quando começo a falar sobre isso e claro misturei cinema no TCC! hahahah mas, neste post, vou falar de um tema específico no cinema, mais precisamente de análise cinematográfica e dentro desta temos os planos cinematográficos!!! O que são? Onde vivem? Como encontrá-los? Estão prontos!? Vamos lá!



Primeiro vamos ás definições...

O que é um plano?? 



O conceito de plano é um tanto amplo, e a palavra é utilizada de uma forma bem abrangente e confusa para alguns, dependendo da teoria que você estiver utilizando vários termos serão apresentados, vamos seguir com estes...


•O plano é:
- o intervalo que há entre dois cortes.
- a menor unidade fílmica.
- um trecho de filme rodado ininterruptamente, ou que parece ter sido rodado sem interrupção
- um conjunto ordenado de fotogramas ou imagens fixas, limitado espacialmente por um enquadramento (que pode ser fixo ou móvel) e temporalmente por uma duração.

Os planos cinematográficos são classificados a partir de critérios diversos, sua análise é ponto super importante dentro do ponto de vista da analise fílmica, este pode ser classificado: 
- Quanto à distância entre a câmera e o objeto filmado (enquadramento):
- Quanto à duração
- Quanto ao ângulo vertical
- Quanto ao ângulo horizontal
- Quanto ao movimento


Dito isto, vamos agora compreender os tipos de plano!!! Para melhor entender cada tipo, vamos ilustrá-los com alguns exemplos!! Pega a pipocaa!



  • Plano Geral 

Enquadramento de um grande cenário ou de uma paisagem, no qual é difícil identificar a presença dos personagens de imediato. O Plano Geral pode ser um conjunto de casas, uma cena geral e aberta das ruas de uma cidade, um grande campo para agricultura e outras cenas de iguais proporções. Este plano serve para contextualizar o local onde ocorrerá a cena seguinte.


Eu sou a lenda
  • Plano de Conjunto

No plano de conjunto é mostrado um enquadramento de um cenário, no qual um ou mais personagens podem ser vislumbrados e identificados facilmente. Assim como no Plano Geral, este plano serve para contextualizar o local onde ocorrerá todo o resto da cena, assim como para mostrar quais personagens participam desta cena.


Os Vingadores

  • Plano de Detalhe

O plano de detalhe mostra detalhes do rosto, de uma parte do corpo, de um objeto, etc.

Este enquadramento serve para chamar a atenção para um objeto, como uma mala que foi esquecida no aeroporto, ou para uma ação de uma parte específica do corpo, como as mãos de um personagem escrevendo uma carta.

Também serve para aumentar a carga dramática de uma cena, como por exemplo, ao enquadrar os pés de um assassino caminhando pela casa, sem revelar sua identidade. Ou o enquadramento dos dedos de um personagem nervoso, tamborilando sobre a mesa.

Laranja Mecânica

  • Plano Americano
Plano americano mostra o personagem dos joelhos para cima, aproximadamente.

O Gladiador
  • Primeiro Plano
O Primeiro Plano (às vezes chamado também close-up) mostra um único personagem em enquadramento mais fechado que o plano americano.


Wolverine - Imortal
  • Primeiríssimo Plano
O Primeiríssimo Plano (ou close-up) é mais fechado ainda que o Primeiro Plano

Jogos Vorazes- A Esperança Parte 1

Segue abaixo mais alguns exemplos de Planos Cinematográficos e suas definições!


Sabemos que o uso de devidos planos, enquadramentos, movimentos de câmera e etc... não são escolhidos a toa, cada equipe faz a escolha de uso de acordo com o efeito que estes desejam causar em seus espectadores, estes são chamados de efeitos psicológicos, para entender melhor, seguem alguns exemplos




- Personagem no ângulo de duas paredes – cria sensação de confinamento.


- Câmera não enquadrando teto – cria sensação de confinamento.


- Personagem se afastando da câmera – cria sensação de solidão (em direção ao mar em dia chuvoso, por exemplo).


- Personagem se aproximando rápido em direção à câmera – cria sensação ameaçadora. O personagem parece crescer.


- Câmera alta – faz o personagem parecer pequeno. Réu diante do juiz, por exemplo. Sobre um veículo, faz ele parecer perder a velocidade.


- Câmera baixa – faz o personagem mais importante. Usando uma grande angular, o veículo parece ganhar velocidade.


- Câmera enquadrando o céu – cria sensação de liberdade.




Espero que as dicas aqui tenham sido esclarecedoras, e quem sabe possam ajudá-lo a se interessar na análise cinematográfica e se apaixonar ainda mais por cinema!? hahahaha eu já gosto e cada vez me encanto mais, espero voltar com mais posts sobre cinema! Fiquem ligados! hahah


Hasta La Vista :*

Saiba mais em: http://cameracotidiana.com.br/saladeaula/tema/plano/