Mostrando postagens com marcador Meus Pensamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meus Pensamentos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de julho de 2017

#Why not?: Me mandem tomar vergonha na cara!







Me mandem tomar vergonha na cara! Não quero ter que votar naqueles que fingem me controlar, enquanto eu permaneço acordada tentando descobrir que horas o Neo aparece dizendo que este é um capítulo da Matrix. Não vejo a hora dessa era começar. Já era? Me mandem calçar os sapatos! Botar a cara na noite, sair e gritar! Quem me calou é quem falará. Rir ou chorar, não tive escolhas quando de cansaço, chorei. Um flash! Esperem! Eu não estava sorrindo o bastante! Filtrem por favor.
Se possível prepare um café, quero me manter de olhos abertos pra perceber em que momento perdi o controle, cuspo palavras, cuspo sim e ainda mais, transpiro. Transpiro palavras porque já me cansei, elas saem porque não posso evitar, mas é melhor do que evitarem a mim, finjo te ouvir mas me retiro do recinto pois não importa o que você diga, vou sorrir, balançar sua mão cordialmente te enxergando como uma peça insignificante para meu plano, mas uma cifra significativa para minha conta. Talvez eu até te deixe morrer, não irei sujar minhas mãos, darei pequenos golpes, te cegarei noite após noite enquanto assiste ao noticiário, mas claro que não quero ser culpado, nunca serei culpado. Este é um jogo pra poucos, caso os jogadores avancem contra mim eu reinicio o game, ou melhor puxo o fio da tomada antes do game over. Me culpar não é justo! Serei culpado por você ter que exercer seus deveres dentro da lei, trabalhando para a sua aposentadoria e não conseguir viver o bastante para desfrutá-la? Você que não atentou para a sua saúde, o hospital é público! A educação é pública! Tudo de graça e você quer me culpar? Não se preocupe há aquele que sempre é culpado por mim e por você, você o culpa tanto que parece o conhecer intimamente; o sistema, ora, que sistema? Quem sistema? Eu não sou! Você é? Ninguém é? A essa altura eu já esqueci do que me culpavam, e você também.


sábado, 1 de outubro de 2016

Why Not?: Somos Como Flocos de Neve...



"Livre, se já não faz sentido
Ou nunca fez
Livre, pra encontrar motivo outra vez
Mais uma vez ou de uma vez" (Tiago Iorc)


Eu sou eu, não posso deixar de eu pra ser o que você quiser, eu provavelmente sentiria muita falta de mim! Assim como você, se deixar de ser você, fará muita falta pra si mesmo. Somos únicos, seu eu é o que faz de você tão interessante, inigualável. 

                Resultado de imagem para snowflakes gif

Não posso tentar te moldar a minha maneira, te aceito como você é e se encontro algo em comum comigo fico feliz pela surpresa, mas assim que as diferenças aparecem fico fascinada com o jeito único que você lida com a vida. É o seu eu se fazendo presente, se manifestando de forma livre e sem medo.

                        Resultado de imagem para snowflakes gif

Somos como flocos de neve, desenhos da natureza que nunca saem os mesmos, somos preciosos, cada um moldado a forma que queremos nos dar, marcados por alegrias e decepções, tombos e vitórias, um livro de experiências nunca antes vividas, histórias cheias de emoções inexplicáveis.

                         Resultado de imagem para snowflakes gif

Sua vida é única, sua história é única e inédita não adianta quantas vezes te disserem que deveria ter sido diferente, os seus motivos, suas dores só você pode compreender. Você não imagina o quanto é forte. seu eu guarda dentro de si uma força desmedida, gritando para que o deixem livre. Não tente calá-lo.

                        Resultado de imagem para snowflakes gif

Seja você, se liberte dos moldes você se impõe, não seja inimigo do seu eu. Você, mesmo não sendo perfeito é único! Não há nada igual, ninguém que possa explicar ou se igualar aquilo que está dentro do seu coração. Encha seu eu de coragem, e não tenha medo disso. O mundo irá se surpreender com a tua autenticidade, com a tua liberdade de ser quem você quiser. Como um floco de neve, livre para cair onde quiser, ter a forma que quiser, encantar como quiser.

                Resultado de imagem para snowflakes gif

O que os outros querem que você seja não importa, eles mal sabem deles mesmos, querem te mudar, pois não tem coragem de lidar com seus próprios problemas. Querem te fazer igual, dispensável, comum. Seja você, fiel e sincero com seu eu. Uma obra prima inédita e autêntica ávida por ser livre na simplicidade de ser apenas você mesmo.


Hasta la Vista!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

#Little Things: O Leitor Ideal por Mário Quintana


Hey queridos leitores!

Hoje o post é sobre o leitor ideal! Exatamente o texto é praticamente sobre nós mesmos, ou melhor sobre quem se arrisca a ler e se jogar na leitura de forma diferente. Para refletirmos essa ideia de leitor ideal apresento aqui o texto "O leitor ideal" de Mário Quintana.
Que tipo de leitores somos? Somos os que esperam pelo autor para que este nos dê todos os detalhes da trama. Ou seríamos leitores mais "ativos" que tomam posse do texto que leem procurando uma forma de dialogar com ele?
Seja lá o tipo de leitor o qual você se encaixa o importante é estar disposto a ter o hábito da leitura, sendo assim aceite o presente que o Quintana nos sugere e reflita sobre quais os rumos que sua ventania irá alcançar...



O Leitor Ideal

O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase.
Uma frase? Que digo? Uma palavra!
O cronista escolheria a palavra do dia: "Árvore", por exemplo, ou "Menina".
Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto para os devaneios do leitor.
Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página.
Sem mais nada.
Até sem nome.
Sem cor de vestido nem de olhos.
Sem se saber para onde ia...
Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor.
E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão...
E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha...
Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra "Ventania". Serve?




domingo, 20 de setembro de 2015

#Little Things: O Livro ou o Filme?



O Livro ou o Filme? 



Brian Mcfarlane (1996) traz em sua obra From Novel to Film uma discussão sobre adaptação e sua relação com o romance da qual se origina. Neste ponto é necessário se discutir o porquê das adapatações serem tão populares. Em questão de popularidade podemos destacar que o filme está para o século XX/XXI como o romance/livro estava para o século XIX.


O papel do romance na sociedade do século XIX se assemelha ao que hoje temos o papel do cinema, como formador de opinião, difusor de idéias e fonte de entretenimento. As duas mídias tem muito mais em comum do que notamos, “como filme veio substituir na popularidade do romance representacional do início do século XIX, este o fez através da aplicação de técnicas praticadas pelos escritores no último final de século.” (MC FARLANE, 1996, p.6 tradução minha) O que reforça a proximidade das duas mídias e justifica termos o cinema e a literatura em constante diálogo através das adaptações. 


Ao tornar esse diálogo mais claro o cinema utiliza da literatura para fortalecer seu campo de trabalho, assim como atender as expectativas de seus leitores/espectadores:

"Assim que o cinema começou a ver-se como uma narrativa de entretenimento, a idéia de saquear o romance – já um repositório estabelecido de ficção narrativa - para material de origem teve início, e o processo continuou mais ou menos ininterruptamente por 90 anos. As razoes dos produtores para esse fenômeno parecem se mover entre os pólos de comercialismo em massa e o elevado respeito do público para com obras literárias." (MC FARLANE, 1996, p.6 tradução minha) 


A partir de então o cinema vê na literatura uma fonte de recursos sobre os quais poderão ser trabalhados, apresentando o leitor para determinados enredos de obras literárias ou atraindo aos que já conhecem a obra literária como fonte e que, querendo ou não poderá ver com olhos mais críticos o filme que deriva da obra de seu autor favorito.


É do leitor que vem a se tornar espectador que parte outro destaque de Mc Farlane em sua obra, para ele o leitor tem a motivação de ir ver uma adaptação mesmo sabendo que está poderá não preencher suas expectativas e será totalmente diferente daquilo que nós, como leitores, imaginamos ao ler uma obra literária.

"Quanto ao público, independentemente das suas reclamações sobre esta ou aquela violação da obra original, eles continuam a querer ver o que os livros poderiam parecer. Constantemente criando suas próprias imagens mentais do mundo de um romance e de seu povo, eles estão interessados em comparar as imagens com as criadas pelo cineasta." (MC FARLANE, 1996, p7 tradução minha) 


Leitores em geral têm como desejo saber como o livro seria se este pudesse ter existido de uma forma concreta, nesse caso concretizada em forma de imagem, no qual temos um porém, pois as imagens pertencentes ao imaginário de uma pessoa são diferentes em relação ao de outros leitores. O que diferencia um leitor/espectador comum e um diretor de cinema é que este tem o poder de transformar sua própria interpretação de uma obra em algo concreto, o filme, tornando desta forma, a sua adaptação/ interpretação pertencente ao imaginário daqueles que não conhecem a obra original; os espectadores não leitores.

E você a qual lado pertence? É um expectador leitor ou um leitor espectador? Deixe seu comentário!

Hasta La Vista :*

terça-feira, 25 de agosto de 2015

#Little Things: Literando no Instagram

Hey Leitores!


Hoje vamos falar sobre Instagram, mais precisamente sobre dois perfis que estão fazendo muito sucesso espalhando amor pelo insta! Eles são Rafael Magalhães e Matheus Rocha que escrevem textos lindos, simples e reais que fazem com que nós nos identifiquemos quase que instantaneamente, dá para perceber que para eles a escrita é uma forma expressar os sentimentos, ideias, impressões de uma forma bonita, refletindo nossos atos corriqueiros com um toque de leveza que nem nós mesmos percebemos...  Prepara a curtida e vamos conhecer os autores que estão literando no Insta!


#Rafael Magalhães: Precisava Escrever 


@precisavaescrever

http://precisavaescrever.com.br/


Rafael Magalhães é um rapaz de 29 anos que se divide entre o anonimato da rotina como professor de educação física e a fama de um pseudônimo na internet. O goiano é o autor dos textos e gerenciador de todas as redes sociais Precisava Escrever. Em menos de 2 anos de publicações, Rafael já tem milhares de leitores e admiradores do seu trabalho por todos os cantos do país. O seu primeiro livro, também intitulado PRECISAVA ESCREVER, está na lista dos livros independentes mais vendidos do Brasil. O autor já está produzindo a sua segunda obra que deverá ser lançada em dezembro de 2015 ( eu quero todos!). Quando solicitado a deixar algumas palavras para seus leitores, Rafael Magalhães respondeu assim:

“Escrevo porque cansei de gritar. Escrevo porque cansei de me calar. Escrevo porque você me lê, me enxerga, me inspira e me entende. Escrevo porque acredito que a vida muitas vezes se repete e a minha experiência pode servir para você, seja como um alerta ou simplesmente para reviver um passado. Escrevo porque sei que somos humanos e que os meus medos e os meus sonhos se misturam aos seus. Porque acredito que minhas palavras tenham o poder de levar o abraço que você deseja ou a sacudida que você precisa. Não, eu não vivi todas as histórias que escrevo, mas já senti tudo aquilo que existe nelas. Escrevo tentando ler a sua alma, ouvir os seus segredos, penetrar aqueles sentimentos que muitas vezes você não permite serem explorados. Desejo que os meus textos derramem aquela lágrima que você insiste em segurar ou liberem aquele sorriso que o destino muitas vezes não deixou acontecer. Adoraria que eles reacendessem a chama daquele sonho que ficou esquecido e lhe dessem coragem suficiente para seguir a sua verdade. Falo de saudade porque tenho muito o que lembrar. Falo de coragem porque a vida me obrigou a ser assim. Falo de tristeza porque sei que ela uma hora ou outra há de me visitar. Mas, principalmente, falo de amor, porque já amei, porque amo e sei que amarei até os meus últimos dias, pois ainda não conheci neste mundo algo mais imponderável que o amor. Seja bem-vindo ao PRECISAVA ESCREVER. Entrego-lhe agora a chave do meu baú de lembranças. Talvez encontre dentro dele um ou outro item que lhe seja bastante familiar. Peço que tente não se assustar com as minhas cicatrizes. Prometo que serei muito cuidadoso com as suas.”


Porque eu sigo Precisava Escrever: Os textos do Rafael são inspiradores, é muito legal observar como ele expressa sobre a vida cotidiana de uma maneira tão simples e ao mesmo tempo tão cheia de detalhes, muitos deles nós nem percebemos, ou nos esquecemos que estão ali. O Precisava Escrever é um livro lindo, que eu estou doida pra ter em mãos rsrs. Enquanto isso não acontece eu continuo acompanhando as postagens dele no Insta e no blog do Precisava Escrever. Rafa, o sentimento é recíproco, assim como você precisa escrever, nós precisamos nos ler refletidos em suas palavras! <3

#Matheus Rocha: Neologismo


@neologismos


Matheus Rocha, baiano, 23 anos, e formado em jornalismo. Aspirante a escritor, criou o Neologismo há pouco mais de dois anos. Em resumo, são textos sem formas predefinidas, sem regras e com o mais sincero sentimento que se tem noção. Aqui, encontra-se o que a definição explica: novas palavras ou atribuições diferentes às que já existentes.

Segue em trecho de um texto do Matheus: 

  "Talvez a chuva, o frio, a noite ou uma combinação angustiante disso tudo mexa comigo. É que por mais que eu finja ser do tipo de gente que não liga, não se importa, não tá nem aí, eu tô sempre aqui. Esperando um carinho, um afago, um alô, um amor, você.
  Às vezes, a gente caminha na vida buscando um abraço quentinho para terminar a noite depois de um dia inteiro que parecia não ter fim. A gente só quer alguém pra morar, agarrar, se esconder feito ninho. Dormir em concha, em oceano, em paz. Alguém que venha e transforme a nossa agitação em calmaria. Alguém que coloque a minha insônia para dormir contando carneirinhos. Que alise meus cabelos e assista minha respiração.
  Não sei se você já se sentiu sozinho, vagando por aí, procurando desesperadamente um lugar para pertencer, para chamar de seu. Não sei se você já beijou alguém esperando que alguma coisa te arrepiasse e mostrasse só com o olhar que era pra ser, mas não foi. Não era. Não deu...
  Às vezes, na vida, a gente quer tanto alguém, que se esquece de ser também. E os dias passam, sem cor, sem vida, sem aquele carinho. Ninho. E aquela vontade de ser par aperta o peito. Angustia. Machuca. Maltrata. Faz da gente escravo e açoita nossos corpos sem dó. Piedade. De mim.
  De tanto cair, levantar, tropeçar, deixar os dias passarem, empurrar com a barriga, a gente parece que acaba desistindo. Desistindo de ter um abraço quentinho para terminar a noite, depois de um dia inteiro que parecia não ter fim. A gente simplesmente segue."

                                        
                                         

Porque eu sigo Neologismos: Sigo o Matheus a menos tempo do que o Rafa, o que não me impediu de me apaixonar tanto quanto pelos textos dele. São simples frases que refletem muito e que nos inspiram a ver a vida, os nossos atos, nossas relações com o mundo de uma maneira poética, bonita e que inspira a criarmos nossos próprios neologismos, é visitando páginas como a do Matheus que me pergunto porque não escrever também? As palavras podem significar muito mais do que aquilo que imaginamos e dividi-las com o mundo é um ato de desprendimento e coragem!

Gostaram?! Então não deixem de seguir os perfis dos garotos e compartilhar com quem você gosta! Conhece outro perfil legal? Deixe sua opinião nos comentários!

Na seção Palavra Cacheada deste blog eu brinco com as palavras em textos onde escrevo minha opinião de forma parecida com a dos garotos, não tão bem quanto eles, mas é escrevendo que se chega lá!

Hasta La Vista :*

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Leituras e Devaneios: Meia Noite Na Austenlândia - Shannon Hale




Hey leitores!

Cá estou eu, voltando de mais uma temporada na Austenlândia! Sim, desta vez o clima estava totalmente diferente, pude rever alguns de meus velhos conhecidos e me encantei pela nova hóspede e nossa heroína Charlotte Kinder!



Bom, já para esclarecer algumas dívidas iniciais, começo dizendo que Meia Noite na Austenlândia não é uma sequência ao livro inicial "Austenlândia"!! O local onde a história acontece que é o mesmo, até alguns personagens se repetem, como o alegre Coronel Andrews, a espalhafatosa Sra. Charming e a temida e na minha opinião meio rabugenta, a proprietária de Pembrook Park; a sra. Wastlebrook.

O Local pode ser o mesmo, mas a nossa heroína é outra Charlotte Kinder é doce, gentil, educada o exemplo de mãe e esposa, aquele tipo de pessoa que com certeza nunca se arriscou a fazer algo diferente ou errado na vida, assim ela seguia com seu casamento, para ela a combinação perfeita; seus filhos Lu e Beckett, seu marido James e seus negócios que iam de vento em popa. Até que a vida lhe mostrou a justiça que ela não merecia.



Justice, esse foi o nome da mulher que fez como se um furacão tivesse passado na perfeição da vida de Charlotte. James a trocou pela amante com esse nome no mínimo sugestivo 'rsrsrs. foi tentando se reerguer após esse doloroso divórcio — e ainda obrigada a ver o ex-marido se casar com a amante —, que Charlotte encontrou consolo na leitura, mais precisamente nos livros da nossa diva Jane Austen.

A ideia deste livro é tentar misturar o universo de Jane Austen com um tom de mistério inspirado em Agatha Christie e assim acontece: Todos em Pembrook Park devem desempenhar um papel, mas, com o passar do tempo, Charlotte não tem mais certeza de onde termina a encenação e começa a realidade. E, quando os jogos na casa se mostram um pouco assustadores, ela descobre que talvez nem mesmo o chapéu mais bonito poderá manter sua cabeça grudada ao pescoço. Ao contrário do que se poderia pensar, Pembrook Park se revela um lugar intimidante, e a experiência de dela passa a ser muito diferente da descrita no pacote de férias. É a partir deste momento que Charlotte começa a se dar conta de que há um mistério no local que envolve muito mais do que ela imagina.


Charlotte é uma heroína encantadora, ela começa meio estilo Anne Elliot de Persuasão, meio deixada de lado pela vida, pelos filhos e pelo amor e logo quando chega a Austenlândia vai se tornando uma Catherine Morland, investigando assassinatos como na Abadia de Northanger. Depois Charlotte reencontra a ela mesma e descobre que o mundo não acabou porque seu casamento acabou de uma forma tão trágica e que ela pode se dar mais uma chance de ser feliz isso claro, se ela conseguir sair viva da Austenlândia.

Muito mistério, romance e humor em mais um delicioso spin-off das obras de Jane Austen, a cada dia me encanto mais navegando entre os inúmeros caminhos que os romances de Austen abriram durante esses dois séculos que nos separam de nossa diva Jane. Graças a Shannon Hale e a Austenlândia 200 anos pareceram uma semana e eu aconselho as Janeites que não percam esse atalho temporal maravilhoso!

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Leituras e Devaneios: Guerra Civil Marvel



Hey Leitores!


Hoje é dia de devaneio e o meu último foi me jogando de cabeça nos acontecimentos da Guerra Civil da Marvel!!! Sim, a Marvel resolveu invadir todas as mídias possíveis com seus super heróis, me peguei explicando umas duas vezes para a minha mãe o que era a Marvel 'rsrs. A linda Editora Novo Conceito está lançando no Brasil as adaptações das HQs da Marvel em livros e quando eu descobri a Guerra Civil que é o tema do próximo filme do Capitão América eu pirei !!!


Eu já havia lido na internet muita coisa sobre o que acontece durante a Guerra Civil principalmente com meu herói do coração: o Chris Ev... ops, o Capitão América ~'haha~ Então, em abril eu queria esse livro como meu presente de aniversário pra mim mesma, o problema foi que ele nunca estava em estoque no site em que eu queria, foram dois longos meses até que eu consegui fazer a compra e duas longas semanas de espera até eu colocar minhas mãozinhas nele! <3




Pra quem não sabe A Guerra Civil trata-se de um marco histórico na Marvel por ser a primeira separação clara de dois grupos de heróis por ideologias diferentes e pontuais. Após uma trágica batalha que mata centenas de pessoas na cidade de Stamford, Connecticut, o governo norte-americano decide criar um registro para todos os super-humanos (heróis e vilões) que tornará público a identidade e os poderes de cada um. 

Esse cenário coloca em oposição o Homem de Ferro, supervisor da missão, e o Capitão América, herói rebelado. A partir daí, uma guerra civil é travada, resultando na morte de um super-herói. Repleto dos mais importantes personagens da Marvel, “Guerra Civil” vendeu, apenas nos EUA, mais de meio milhão de exemplares.


Esse livro partiu meu coração, ver os heróis lutando um contra os outros é algo meio chato,  pois poe em cheque a lealdade de grupos que somos acostumados a ver lutando juntos, como os Vingadores e o Quarteto Fantástico. Além disso, o dever deles seria lutar pelas pessoas as quais defendem e não por interesses pessoais ou do governo. O fim do livro me decepcionou um pouquinho, mas só porque eu esperava mais detalhes sobre o fim de cada herói após a guerra só que isso seria assunto para outro livro.

A narrativa deste livro é super dinâmica, são capítulos bem curtos que revezam seu foco  entre os heróis narrando suas ações durante a guerra. O livro é lindo, tem um design bem legal e ainda vem com um marcador de página e um encarte com os próximos lançamentos da série Marvel pela editora Novo Conceito e as já lançadas; entre eles histórias sobre, Os Guardiões da Galáxia, X Men, Homem Aranha, Homem de Ferro e Os Vingadores.


Essa foi a pergunta que eu me fazia o tempo inteiro durante a leitura, se realmente fosse possível existirem super heróis como os do livro, de que lado eu estaria? Da S.H.I.E.L.D, do Homem de Ferro e Vingadores ou do Capitão América e a Resistência? No fim o livro terminou e não consegui me decidir, fica para uma releitura quem sabe!? 

Pra quem gosta de uma aventura daquelas em que você não consegue desgrudar do livro, Guerra Civil é uma ótima oportunidade de conhecer mais a fundo esse episódio divisor de águas entre os heróis. Vale á pena!

Hasta La Vista :*


Site de Apoio:
http://www.marvel616.com/2014/10/guerra-civil-agora-em-livro-ser-lancado.html

terça-feira, 7 de julho de 2015

#Little Things: Listinha de filmes


Hey Leitores!

Quando eu tenho tempo livre adoro assistir filmes, e a época em que eu mais assisto é nas férias, devido a minha falta de tempo durante o resto dos dias 'hahaha Então faço uma listinha que nunca acaba hahaha os últimos a serem riscados da lista foram esses três filmes e eu trouxe uma análise de cada um pra vcs, espero que curtam.


#The Avengers - Age of Ultron




Antes de mais nada.......

                                                      ........ Eu depois que baixei o filme em uma qualidade boa!


-O download terminou ~ uhuuu \O/

Agora vamos lá!....

Avengers - Age of Ultron é um daqueles filmes que você já começa a esperar ansiosamente desde que você terminou de assistir o filme anterior pela primeira vez, reunir os heróis mais poderosos ~ pelo menos os mais badalados são ~ Para lutarem juntos é um grande acontecimento. O filme é super legal, mas como eu sou chata, falo mesmo: achei o primeiro filme melhor ~me condenem~


Ter achado o anterior mais emocionante não tira o mérito deste filme, claro que os dois filmes são super blockbusters e meu julgamento dos dois é sempre alto, são superproduções que eu adoro e pronto. ~e a Marvel e a Disney mandam no mundo~

O que eu mais gostei sobre o filme foi ver os Avengers lutando como amigos, tá bom, com relação a Stark e Rogers amigos pode não ser o termo certo, talvez parceiros, mas sim eles lutavam com mais entrosamento do que anteriormente, agora estavam unidos como um time.

Também gostei do climinha da Natasha com o Dr. Bruce 'Hulk' Banner. Só assim para por um fim no meu recalque de vê-la tirando umas casquinhas do Capitão América no filme do Soldado Invernal 'hahaha ~ Se não eu, só a Agent Carter hahaha~

Por falar em Hulk gente! As cenas de luta dele continuam as melhores, adoro ver o verdão destruindo tudo, chutando, esmagando de uma forma que chega a ser cômica. Aaah, também gostei de ver o 'Hawkeye' Gavião Arqueiro ~quem traduziu esse nome dele hein?~ com mais ação, dividindo segredos da vida pessoal dele, pra ver se esse povinho para de dizer que ele é insignificante para os Avengers.

Ultron: Sucks
Maria Hill: eterna Robin
Thor: Vai ter que dividir o martelo
Steve: Vai despedaçar meu coração na Civil War que eu tô ligada!
Stark: Olha o linguajar!
Fim se não eu encho todo mundo de spoilers!


#Home




Em Cada Um Na Sua Casa‘ ~desnecessária essa tradução, mas tá bom~, quando a Terra é invadida pelos confiantes Boov – uma raça alienígena em busca de um novo lar – todos os humanos são prontamente deslocados, enquanto os Boov se ocupam de organizar o planeta. Porém uma esperta garota chamada Tip  consegue evitar ser capturada e acidentalmente transforma-se em cúmplice de um Boov exilado chamado Oh....

Muita fofura esse filme!!!! Não vou negar que assisti só por causa da Rihanna que dupla a personagem principal Tip e gravou algumas músicas para a trilha sonora do filme. Li umas críticas bem ruins sobre o filme mas não me conformei e resolvi ver por mim mesma se o filme era ruim assim, resultado: os críticos estavam redondamente enganados 'haha Eu amei o filme, muito engraçado, colorido e alegre.

O 'Oh' um extraterrestre super simpático e atrapalhado sabe que não é querido pelos demais de sua espécie mas mesmo assim não deixa de tentar ganhar a confiança de todos e provar que pode ser valoroso.

A relação entre Oh e Tip, mesmo sendo um pouco problemática de início, deixa a mensagem que todos devem respeitar as diferenças dos outros e tentar conviver da melhor forma possível, e quem sabe dessa convivência se permitir nascer uma verdadeira amizade <3

Amei e chorei com esse filme, sim, sou humana, choro em animações, quem nunca!? Não vou mentir que quis chorar no mínimo umas três vezes durante o filme e no fim também.... Fica a dica pra quem quer se divertir e passar uma tarde colorida se aventurando com Oh e Tip.

#Fast and Furious 7




ÊEEEH, Vou tentar ser veloz  nessa análise também 'rs não sou uma grande fã dessa franquia, mas já assisti quase todos os filmes, lembro de ter assistido com meus primos os primeiros a muito tempo atrás direto do túnel do tempo, já que a franquia se iniciou em 2001. 

Ainda pensei em antes de assistir Furious 7 dar uma olhada nos filmes anteriores pra clarear a mente, só que me fizeram o favor de me encher de spoilers aí desisti. Mesmo assim no início do 7 fiquei meio perdida sem saber o que estava rolando entre os personagens mais foi por pouco tempo. Até porque se eu precisasse de ajuda, teria meu namorado do lado, que sabia até o preço dos carros que apareciam no filme ~ probleminhas O_o 'rs ~

No geral, achei o filme meio igual aos outros da franquia ~ me condenem ~ o problema é que na minha mente todos os outros filmes de Fast and Furious são um só pois eu só lembro cenas aleatórias haha. Enfim não tenho muito o que dizer nesse aspecto, estou achando todos os filmes recentes de ação muito iguais aos outros, Velozes 7 pelo menos tem carros explodindo, batendo e voando.

Algo que achei bem legal foi a permanência dos atores desde o início da franquia até aqui, o que dá uma ideia de continuidade e claro, todo mundo ama ver seus personagens favoritos em novas missões. É uma pena que o mesmo não poderá ser dito do personagem de Paul Walker,por motivos óbvios. Outro ponto forte do filme foi sem dúvida a curiosidade de todos para ver o final que seria dado ao personagem de Walker. Eu gostei bastante, seria muito triste se o personagem também morresse, os fãs poderão guardar na memória uma linda homenagem e um final feliz para Brian.

E que venha velozes 8, porque ninguém quer tirar o ganha pão do Vin Diesel  ~hahaha kidding~

Beijinhos, Hasta La Vista :*

domingo, 24 de maio de 2015

Leituras e Devaneios: Meus problemas com John Green.


 Aceitem, eu tenho problemas com o John Green, nem todo mundo gosta do que todo mundo gosta, e como dizem as mães "você não é todo mundo!" exatamente!!! Não sou todo mundo mas já li John Green principalmente porque fiquei curiosa diante de tanto burburinho envolvendo este tal de "João Verde" e lá fui eu correndo ler os livros do cara, \O/ \O/  tive uma experiência diferente para cada um e vou explicar um pouquinho pra vocês agora, let's go!



O John Green todo mundo sabe, é o cara quando se trata de comunicação com os jovens ele e o irmão Hank Green bombaram com o Vlog chamado vlogbrothers, são quase os pais dos vloggers até onde eu sei. rsrs Os livros dele são os queridinhos dos jovens leitores brasileiros e de uns anos pra cá, tudo que o Green escreve vira ouro. ~até a lista de supermercado 'haha~  

Agreguei a minha humilde coleção três livros dele: O Teorema Katherine, Cidades de Papel e claro,  o aclamado A Culpa é das Estrelas. Vou elaborar um breve top três sobre o que achei de cada um deles.



3. Cidades de Papel - Paper Towns



~Sinopse~

Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.
Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.




Este foi o terceiro livro do John Green que li e o que me fez parar de ler John Green, achei até que aguentei muito, porque eu penei bastante pra terminar de ler este livro, não me cativou e empolgou pouco, o livro começa super legal, pensei "poxa deveria ter lido este primeiro!" errada eu estava, alguns capítulos a frente o livro perdeu a graça, foi se tornando repetitivo a narrativa fica cansativa e o Quentin um chato -_- me arrastei até os últimos capítulos do livro até chegar a parte da viagem e o livro voltou a empolgar!!! 

Só que por pouco tempo até porque quem já leu sabe que o final de Cidades de Papel não é assim tão legal. Acredito que esta seja uma obra que fala sobre frustrações pois foi essa a imagem que ficou pra mim, seria a linha tênue que enfrentamos entre os nossos sonhos e ilusões, mas mesmo assim não curti muito.

A obra já tem adaptação prontinha para chegar aos cinemas este ano, quero ver o que a adaptação cinematográfica vai fazer pra dar um final mais legalzinho pra história de Q e Margo. ~ou não~ Vou assistir somente por motivos óbvios da fofura do Nat Wolff   'hahaha 

Motivos óbvios e suficientes 'hahaha
2. O Teorema Katherine - An Abundance of Katherines



~Sinopse~

O Teorema Katherine - Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.


Deste eu não me arrependo, rsrs apesar de não ser o tipo de literatura que eu estava esperando, não vou mentir que estava aguardando um romancezinho meio Nicholas Sparks e tal... não me decepcionou! ÊEEH \O/ Tanto que eu ainda tive fôlego para ir ler Cidades de Papel depois deste.

O Teorema é super engraçado e instigante, é o tipo de livro ideal pra ler nas férias só pra se divertir e espairecer a mente.

Uma das tantas coisas que eu achei interessante no livro foram os desafios tradutórios dele, mais até do que a história em si. O Teorema é cheio de anagramas ~o que é um anagrama?~   Anagrama é um substantivo que significa uma palavra ou frase que é construída através da alteração das letras de uma outra palavra ou frase. ex: Alegria: alergia, regalia, galeria.

Eu logo pensei coitada da tradutora que teve a tarefa de traduzir este tanto de anagramas 'hahaha A dona da façanha foi Renata Pettengill, na época, esta escreveu ao blog da editora intrínseca contando que pediu ajuda ao próprio John Green para traduzir os anagramas: 

"comentei que já estava com O Teorema Katherine na fila, e ele respondeu dizendo que, sim, esse seria um desafio tradutório enorme (pediu até desculpas, prometendo nunca mais fazer uma coisa dessas comigo!), e indicando o site ao qual ele havia recorrido enquanto escrevia o livro, e que poderia me ajudar também.

Assim que iniciei os trabalhos, sempre que deparava com uma palavra, uma frase, ou um nome próprio que o John havia anagramatizado no original, eu pegava a palavra ou a frase equivalente em português (ou o nome em questão)  com possibilidades de anagramas na nossa língua gerados pelo site, e outros gerados por mim, para escolher a melhor opção entre as que faziam sentido no contexto da história."

Não satisfeito o senhor John Green ainda acrescentou ao enredo um teorema matemático verdadeiro! Sim meus caros leitores esse homem é um perfeito nerd 'hahaha mas como o próprio John deixa claro nos apêndices do livro o Teorema não foi criado por ele já que ele não é bom em matemática: 

"O desafio de John foi ser capaz de inserir um teorema na história do livro, já que o próprio autor é uma negação em matemática. “Escolhi a faculdade que cursei, em parte, porque não exigia nenhum pré-requisito matemático”, explica John Green. Felizmente para ele, um de seus melhores amigos, Daniel Biss — professor-assistente da Universidade de Chicago e pesquisador do Instituto Clay de Matemática —, aceitou a tarefa de criar uma fórmula que funcionasse no contexto da história."

E estes foram os desafios e pontos interessantes que eu curti em o Teorema Katherine, além do fato de ter me divertido bastante com os personagens! Achei que o John poderia ter promovido uns encontros do Colin com as Katherines ou que ele apenas encontrasse uma maneira da narrativa não ser tão previsível, mas valeu pela diversão, tanto que ao fim do livro o autor acrescenta uma nota aos leitores bem legal, que dá a entender que ele se divertiu escrevendo a obra tanto quanto eu ao lê-lo, para que isso não se passasse em branco acrescentei ao meu livro uma nota ao autor que ficou fugging divertida  ~posto uma foto dela aqui later~


1 A Culpa é Das Estrelas - The Fault In Our Stars



~Sinopse~

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar. 

No meu caso é melhor utilizar a expressão, "a culpa é do Ed Sheraan" 'hahaha, Pois é eu só li e assisti ACEDE por causa da música "All of the Stars" no dia em que o  Ed lançou o vídeo da música eu o assisti e amei a música na hora!! Amor a primeira ouvida <3 'hahaah (vou parar de falar do Ed se não não paro mais, aliás já comentei sobre ele neste post )



Bom, voltando ao assunto do livro eu já havia ouvido muita gente comentar e recomendar, mas sou teimosa e só fiquei com vontade de ler mesmo quando ouvi a música do Ed aproveitei a parada para a copa do mundo ano passado e devorei o livro!! A minha opinião geral é que é um bom livro, classifico de longe como o melhor do John Green, melhor em estrutura narrativa, em enredo, e em maturidade. Já que os demais livros, como Cidades de Papel e o Teorema Katherine, foram lançados primeiro que ACEDE, foi com a grande procura por este livro que o John Green popularizou seus outros trabalhos.

A história da Hazel é daquelas que te encanta, tudo parece estar no seu lugar, acontecer como a ficção deve ser, até quando o Green decide dar um choque de realidade na gente, fazendo-nos lembrar que ficção e realidade nem sempre estão tão distantes, estas conversam incessantemente entre as entrelinhas.

Além disso, A Culpa é das Estrelas é uma história sobre leitores, é inicialmente a paixão de Hazel pela leitura que a leva a ter contato com Gus e a maioria dos fatos do enredo adiante. Ela é, assim como nós, uma leitora que procura sede de respostas ao que nem sempre deve ser respondido pelo autor, mas sim pelo próprio leitor que pode se apropriar e interpretar o texto da maneira que melhor entender, tendo em vista suas próprias expectativas.



Ao final, John Green é um autor de diferentes nuances, mas ainda assim será difícil superar a diferença de A Culpa é das Estrelas quando comparada as suas demais obras, não entrou pra minha lista de autores favoritos mas me fez pensar bastante sobre o que está sendo lido em grande escala e quais as relações deste tipo de leitura com o meu gosto pessoal e muitas vezes "do contra" 'hahah


Opiniões diferentes das minhas!? Ótimo!! Deixe suas impressões sobre o que já leu do John Green nos comentários e compartilhe sua experiência conosco!


Hasta La Vista :*




sites de apoio:
http://www.intrinseca.com.br/blogdasseries/2013/03/traduzindo-e-anagramatizando-o-teorema-katherine/
http://www.intrinseca.com.br/blog/2013/03/o-teorema-katherine-e-seus-desafios-matematicos-e-tradutorios/





quarta-feira, 13 de maio de 2015

PORQUÊ EU... acho que as pessoas devem medir suas palavras.

Me leve a sério se for capaz...
PORQUÊ EU ACHO QUE AS PESSOAS DEVEM MEDIR SUAS PALAVRAS...


         Não, não estou parafraseando o  mini funkeiro de cabelo colorido, mas também não vou dizer que ele está totalmente errado em pedir para os "parças medirem suas palavras".  Palavras parecem inocentes, mas carregam em si significados e sentimentos que podem tanto fazer bem quanto mal, e na maioria das vezes faz mal e o pior é: nem percebemos, só sabemos o quanto certas palavras podem machucar quando somos machucadas por elas. 


        Nunca se deve brincar com os sentimentos do outro, não sabemos o que ele passa dia apos dia, suas lutas internas pra ser quem é, para estar onde deseja, uma palavra errada pode desencadear cicatrizes para uma vida inteira.

       Eu lembro de várias vezes que fui machucada por palavras, mas tenho poucas lembranças de vezes em que fiz o contrario, não me orgulho disso, tenho medo, sei que posso ter feito mal sem ter percebido ou sem ter dado a devida importância, afinal não há como lembrar da dor que não foi sentida por mim. A única certeza que fica é a de não ter tido oportunidade de pedir desculpas.


       O pior de tudo é que as pessoas as quais machucamos mais facilmente, são aquelas que mais amamos, somos seres humanos com o ego grande o bastante para acharmos que devemos ser amados, ou que as outras pessoas tem a obrigação de nos amar. Nem sempre damos a devida atenção a quem nos ama e descarregamos nossas palavras sem medo, achando que temos direito a isso.


       Acho que todo o cuidado é pouco quando se tratam de palavras, se forem de sentimentos bons, carinho, afeto, estas precisam ser verdadeiras, vir do coração. Se forem de crítica devem ser coerentes, focadas, se forem para o mal devem ser ignoradas.


        A graça de poder dizer o que se quer é também a de poder praticar a melhor maneira de escolher as palavras corretas, saber lidar com a sua liberdade de se expressar sem ter que carregar a duvida de ter magoado alguém e não esquecer que para todas as outras vezes em que não souber como fazer isso, há sempre a opção de se calar.



Hey, amigos leitores, #PqEu... será uma nova seção no blog, onde eu irei expressar minha opinião sobre assuntos diversos! Aceito sugestões de temas para este espaço, deixem sua opinião nos comentários! :)
#Hasta La Vista ;*