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sábado, 7 de abril de 2018

Little Things: Vem conhecer a Ibi Zoboi!

Sabe aquele autor que você nem leu mas já considera pacas? 

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Pois é, essa é a Ibi Zoboi, uma autora haitiana que está tendo grande destaque no cenário da literatura "young adult" dos EUA. Estou de olho nela principalmente porque o próximo livro que Ibi irá lançar se chama PRIDE e é um, como ela chama, "remix" de Orgulho e Preconceito com protagonistas afro-latinos! Nenhum livro dela tem tradução para o português ainda, mas enquanto, isso podemos conhecer um pouco mais dela.

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Mini bio:


Ibi Zoboi nasceu no Haiti e imigrou para Nova York com a mãe quando tinha quatro anos de idade. Tudo em seu novo lar era estranho e mágico. É por isso que ela adora ler e escrever ficção científica, fantasia e mitologia. E ela também adora histórias de amor! Ibi usa muitas cores brilhantes e é uma grande fã de mangas, abacates, humor seco, contadores de histórias e saias modestas. Ela também sorri, ri e chora muitas vezes - às vezes de uma só vez. Ela mora no Brooklyn com seus três filhos, seu marido, o professor de arte, e três tartarugas de estimação chamadas Lucky, Jade e Leo. É uma casa bagunçada.

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Carreira:


 Ibi Aanu Zoboi nasceu em Porto Príncipe, Haiti e é graduada pela Oficina de Escritores de Ficção Científica e Fantasia da Clarion West . Seu conto, “Old Flesh Song”, é publicado no premiado Dark Matter: Reading the Bones , uma coleção de ficção especulativa afro-americana. Ibi recebeu um prêmio das Mulheres Escritoras de Descendência Haitiana por seu conto “Nas Margens da Aurora”, que foi publicado em One? Respe! revista literária. Ela ganhou um “Tricky Talker of the Year”, um concurso anual de contos de fadas apresentado pelo Afrikan Folk Heritage Circle .

 A fábula de seus filhos, “Mama Kwanzaa e seus sete filhos”, foi publicada na African Voices Magazine. Ela desenhou e ministrou um curso sobre arquétipos femininos na mitologia mundial para as mulheres jovens do Projeto de Liderança Sadie Nash, onde também ensinou redação criativa e aulas de liderança e foi voluntária como mentora da Girls Write Now, Inc. Ibi apresentou um trabalho intitulado: “Oya's Brood: Mythology and the African American Woman” para um simpósio sobre Octavia Butler no Centro de Literatura Negra da Medgar Evers College .

 Recebeu um subsídio do Conselho de Artes do Brooklyn para o seu programa original, o Projecto de Escrita das Filhas de Anacaona, em parceria com as organizações locais Dwa Fanm, Inc. e Haiti Cultural Exchange no Brooklyn, e Fondasyon Felicite no Haiti para conduzir um 3- workshop dia com meninas adolescentes em Port-au-Prince. Ibi completou um romance de fantasia adolescente baseado no mito e folclore haitiano. Seu conto “The Harem” foi recentemente publicado no Haiti Noir, editado por Edwidge Danticat.

Ela é uma recente vencedora do Gulliver Travel Grant, concedida anualmente pela Fundação Literatura Especulativa e possui um MFA em Escrita para Crianças e Jovens Adultos na Faculdade de Belas Artes de Vermont .

O seu romance de estreia, AMERICAN STREET, foi publicado pela Balzer + Bray, uma editora da HarperCollins Publishers. Seu próximo romance YA, PRIDE, será lançado no segundo semestre de 2018. Sua estréia no ensino médio, MY LIFE AS ICE-CREAM SANDWICH, é lançada pela Dutton / Penguin Books.


Livros:


            
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AMERICAN STREET

Neste impressionante romance de estreia, a autora indicada por Pushcart, Ibi Zoboi, baseia-se na sua própria experiência como jovem imigrante haitiano, infundindo esta exploração lírica da América com realismo mágico e cultura vodu. Na esquina da American Street com a Joy Road, Fabiola Toussaint achou que finalmente encontraria uma une belle vie - uma boa vida. Mas depois que eles saem de Porto Príncipe, no Haiti, a mãe de Fabiola é detida pela imigração dos EUA, deixando Fabiola para navegar com seus primos americanos, Chantal, Donna e Princess; a aridez do lado oeste de Detroit; uma nova escola; e um romance surpreendente, tudo por conta própria. Assim como ela se encontra neste estranho mundo novo, uma proposição perigosa se apresenta, e Fabiola logo percebe que a liberdade tem um custo. Presa na encruzilhada de uma escolha impossível, ela pagará o preço pelo sonho americano?


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PRIDE

Orgulho e preconceito é remixado nesta inteligente, engraçada, e linde releitura do clássico, estrelado por todos os personagens de cor, de Ibi Zoboi, finalista do National Book Award e autor da American Street. Zuri Benitez tem orgulho. Orgulho do Brooklyn, orgulho da família e orgulho de suas raízes afro-latinas. Mas o orgulho pode não ser suficiente para evitar que seu bairro rapidamente se torne irreconhecível. 
Quando a rica família Darcy se muda para o outro lado da rua, Zuri não quer nada com seus dois filhos adolescentes, mesmo quando sua irmã mais velha, Janae, começa a se apaixonar pelo charmoso Ainsley. Ela especialmente não suporta o arrogante e arrogante Darius. No entanto, à medida que Zuri e Darius são forçados a encontrar um terreno comum, sua antipatia inicial se transforma em um entendimento inesperado. Mas com quatro irmãs selvagens puxando-a em direções diferentes, o garoto bonitinho Warren disputando sua atenção, e as aplicações da faculdade pairando no horizonte, Zuri luta para encontrar seu lugar na paisagem em mutação de Bushwick, ou perder tudo isso. 
Em uma atualização oportuna de Orgulho e Preconceito, a aclamada autora Ibi Zoboi equilibra habilmente a identidade cultural, classe e gentrificação contra a magia inebriante do primeiro amor em sua releitura vibrante deste amado clássico.

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E aí? Curiosos? Os Livros citados estarão disponíveis na Amazon esse ano, American Street em maio e Pride em setembro!!!

sábado, 15 de outubro de 2016

LittleThings - Pensando sobre Cinema: Remakes, Reboots e Caça Fantasmas



O mercado cinematográfico recorre com frequência as estratégias do Remake e Reboot tendo como um dos principais objetivos atrair um público já "garantido" levando em conta que o fã do filme original iria se interessar pro um promissor remake de um filme já consagrado. E claro, ganhar uma nova platéia. Acontece que muitas vezes trazer de volta essas obras ao cinema não é a melhor ideia e o novo filme, sendo ele um reboot ou um remake corre o risco de não emplacar.

Antes de tudo vamos clarear um pouco a mente sobre os termos Remake e Reboot:

Remake:

Traduzindo literalmente para o português, remake significa “refazer”, o que quer dizer, pegar uma obra mais antiga e fazer uma refilmagem com um elenco novo e poucas mudanças em relação à obra original, ou seja, totalmente baseado na mesma. ( ex: A Fantástica Fábrica de Chocolate 2005)

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Reboot:

Na tradução literal significa “reinício”, assim, podemos dizer que é um reboot quando uma franquia é trazida de volta às origens com um novo elenco e até outra história, ou a mesma contada de um outro jeito, sem se basear em um filme específico. (ex: Jurassic World 2015)

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Recentemente, assistindo novamente De Volta pro Futuro me veio um medo em mente " e se decidirem fazer um remake desse filme?"  a primeira coisa que me veio a mente foram os terríveis exemplos de remakes que eu tive o desprazer de assistir e que pela nossa sorte acabam sendo esquecidos com o passar do tempo, sem antes deixar um rastro de vergonha alheia para os envolvidos. Fazer um filme ruim é uma coisa, mas fazer uma história renomada, clássica, com uma fórmula já bem sucedida ficar ruim é quase um pecado, isso sem falar dos prejuízos financeiros aos estúdios e os fãs decepcionados.


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Pois é, existe um remake de Psicose, lembrava disso? 

Porque assistimos a reboot/remakes? Simples, amamos as histórias e queremos vê-las recontadas, sendo sucesso e conquistando mais fãs! As vezes é só um toque de nostalgia, adicionado aos benefícios que os novos recursos cinematográficos podem adicionar a trama além de a interpretação de um novo diretor que apresenta sua versão dos fatos de um ponto de vista não antes pensado.

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Teste do remake mais desnecessário do cinema: de qual dessas Carries você correria se encontrasse com ela a meia noite sozinha na rua? Versão 1976 ou remake 2013?

Eu particularmente sou super a favor de reboots e remakes, por um lado eu super apoio um de De Volta Pro Futuro mesmo sentindo aquela dorzinha no coração por saber que o nosso personagem amado irá perder o rosto ator que sempre o interpretou (sim, o tombo vai ser grande Mr. Wolverine) ou até que seu filme amado pode tomar um rumo não tão bom. É claro que quando gostamos muito de um filme com potencial para ser refeito/reinterpretado meio que nos sentimos parte daquilo, queremos que nossas expectativas sejam preenchidas para sentirmos aquela sensação de ver tudo de novo como se fosse a primeira vez, só que dessa vez somos os espectadores especialistas do que é inédito e isso nem sempre dá certo. 

Who you gonna call?


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Recentemente assisti ao reboot de Ghostbusters (Caça Fantasmas) comédia clássica da década de oitenta que desde seu anúncio no fim 2014 causou furor já que os personagens principais do filme original, produzido a mais de 30 anos atrás, eram homens e o reboot apresentaria um time feminino.

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Os protagonistas anteriores Bill Murray (dr. Peter Venkman), Dan Aykroyd (dr. Ray Stant Harold) Ramis (dr. Egon Spengler) e Ernie Hudson ( Winston Zeddemore) deram lugar as maravilhosas (sim vou rasgar seda porque elas são divas e eu estou empolgada) Kristen Wiig (Erin), Melissa McCarthy (Abby), Kate McKinnon (Jillian) e Leslie Jones (Patty) 

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Daí começam os primeiros desafios de Ghostbusters logo de cara diretores e atrizes começaram a ser atacados pelas redes sociais, sim, aqueles mesmos que se sentiram especialistas do que não tinham visto ainda, alegaram que o filme por ter um elenco feminino destruiria suas infâncias o que é inadmissível, pois estas pessoas que se dizem fãs do 'grande clássico Ghostbusters' (que sejamos honestos recebe mais crédito do que realmente merece) escondem seu sexismo atrás de mimimi.

Sim, esse é um filme girl power! Que mesmo tendo suas controvérsias, como a personagem Patty de Lesllie Jones, representando a mulher negra, ser a única não cientista, ou mesmo o fato da personagem Holtzmann de Kate McKinnon, abertamente lésbica na vida real, "dar a entender" que é homossexual na trama, mas que supostamente tenha sido obrigada a ficar no armário por pressão do estúdio. 

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Kate McKinnon como Holtzmann
            
Ghostbusters abre caminho para representatividade que é muito importante, mesmo mais de 30 anos depois dos filmes originais (sim demorou tudo isso!) agora podemos dizer para as meninas que sim, elas podem caçar fantasmas se quiserem! E aos que diziam ter suas infâncias arruinadas pelo novo filme tenho um recado: crianças de 30 e poucos anos ( que são as piores de lidar, principalmente se estiverem escondidas atrás de uma tela de computador) Ghostbusters 2016 é melhor, sim repito e soletro M-E-L-H-O-R que a franquia original. O reboot supera em comédia e efeitos especiais claro mantendo alguns elementos clássicos; como os fantasmas gosmentos e a musiquinha chiclete que é marca registrada do time. 

Meninas cumprimentam a atriz Kristen Wiig na pré-estreia de 'Caça-fantasmas' em NY (Foto: Reprodução/Twitter)
"Nossa! Outra infância arruinada por Caça Fantasmas"


Insisto em dizer que esse não é um filme feito para agradar os fãs antigos, mas sim para conquistar uma nova audiência se reformular até poder sair da sombra dos antecessores, caminho árduo, mas possível. Dado o recado eu realmente espero que Ghostbusters 2016 possa ter uma sequência e novos reboots/ remakes venham por aí para nos divertir ou só pra ter o que criticar mesmo!

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Hasta La Vista!

Sites de apoio:

http://www.blogdecinema.com/2015/02/08/remake-x-reboot/

http://blog.geekeriashop.com.br/2016/01/20/geek10-os-piores-remakes-e-reboots/

http://variety.com/gallery/worst-movie-remakes/#!1/introduction-17/

http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2016/07/caca-fantasmas-da-status-de-super-heroinas-personagens-g1-ja-viu.html

sábado, 1 de outubro de 2016

Why Not?: Somos Como Flocos de Neve...



"Livre, se já não faz sentido
Ou nunca fez
Livre, pra encontrar motivo outra vez
Mais uma vez ou de uma vez" (Tiago Iorc)


Eu sou eu, não posso deixar de eu pra ser o que você quiser, eu provavelmente sentiria muita falta de mim! Assim como você, se deixar de ser você, fará muita falta pra si mesmo. Somos únicos, seu eu é o que faz de você tão interessante, inigualável. 

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Não posso tentar te moldar a minha maneira, te aceito como você é e se encontro algo em comum comigo fico feliz pela surpresa, mas assim que as diferenças aparecem fico fascinada com o jeito único que você lida com a vida. É o seu eu se fazendo presente, se manifestando de forma livre e sem medo.

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Somos como flocos de neve, desenhos da natureza que nunca saem os mesmos, somos preciosos, cada um moldado a forma que queremos nos dar, marcados por alegrias e decepções, tombos e vitórias, um livro de experiências nunca antes vividas, histórias cheias de emoções inexplicáveis.

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Sua vida é única, sua história é única e inédita não adianta quantas vezes te disserem que deveria ter sido diferente, os seus motivos, suas dores só você pode compreender. Você não imagina o quanto é forte. seu eu guarda dentro de si uma força desmedida, gritando para que o deixem livre. Não tente calá-lo.

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Seja você, se liberte dos moldes você se impõe, não seja inimigo do seu eu. Você, mesmo não sendo perfeito é único! Não há nada igual, ninguém que possa explicar ou se igualar aquilo que está dentro do seu coração. Encha seu eu de coragem, e não tenha medo disso. O mundo irá se surpreender com a tua autenticidade, com a tua liberdade de ser quem você quiser. Como um floco de neve, livre para cair onde quiser, ter a forma que quiser, encantar como quiser.

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O que os outros querem que você seja não importa, eles mal sabem deles mesmos, querem te mudar, pois não tem coragem de lidar com seus próprios problemas. Querem te fazer igual, dispensável, comum. Seja você, fiel e sincero com seu eu. Uma obra prima inédita e autêntica ávida por ser livre na simplicidade de ser apenas você mesmo.


Hasta la Vista!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Little Things: Playlist Girl Power!



Olá amores! Hoje nosso Little Things vai bombaar!! Cheguei trazendo uma playlist super #GIRLPOWER para agitar nossa semana!!! E o que foi considerado na nossa Playlist? Músicas que tenham como ponto alto mulheres enaltecendo seu gênero, sendo tendo o direito se sair pra se divertir livremente, saindo de uma relação abusiva, quebrando os padrões ou construindo um exército Girl Power!

É só apertar o play!!! Let's go!


#Man I Feel Like a Woman - Shania Twain




Podem pegar as botas de cowgirl e partir pra festa com a Shania, afinal quem melhor pra fazer uma festa do que nós mesmas!?

# Girl on Fire - Alicia Keys



O que é ser uma girl on fire? Para Alicia Keys é saber ser mãe, dar conta do trabalho, da casa e de cuidar de si mesma!


# Respect - Aretha Franklin



R- E- S -P -E - C- T, será que é preciso soletrar gente!?

# Roar - Katy Perry



E quando necessário você vai nos ouvir rugir!!! ROAR!


#Miss Independent - Kelly Clarkson



Cuidado quando encontrar com uma Miss Independent no seu caminho...

#Survivor - Destiny's Child



Porque apesar de tudo somos sobreviventes!

#Whatcha Think About That - The Pussycat Dolls feat. Missy Elliot



Aquele clássico do gênero "e se nos comportarmos como vocês?" O que você acha disso?

#Try - Colbie Caillat



Que espalhar o amor próprio seja a única coisa que nunca esqueçamos de tentar!


#Salute - Little Mix



Estamos unidas nessa!? Salute!

# Love Myself - Hailee Steinfeld



Para aqueles momentos em que somos  felizes sendo apenas quem somos e basta!

# Fighter - Christina Aguilera



Porque todas temos uma lutadora escondida dentro de nós!

#NO - Meghan Trainor




Pois não sou obrigada a dizer sim pra tudo e todos!

#Run The World (GIRLS) - Beyoncé




Beyoncé falou, tá falado!


#G4L- Rihanna




Mais uma do gênero " somos um exército, unidas até o fim"!

#Confident - Demi Lovato



Ser confiante te incomoda?

#Bo$$ - Fifth Harmony


Porque as vezes temos que mostrar quem manda!


                                                   



Chegamos ao fim desta Playlist com um gostinho que quero mais! Joguem suas sugestões! Qual o single Girl Power que ficou de fora mas merecia ser citado? Esse post está ligado a minha playlist #GirlPOWER no spotify que eu poderei ir atualizando, com a ajuda de vocês e o que mais eu encontrar por aí. Até logo e não esqueçam...



- GIRLS!

Hasta la Vista! :*

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Leituras e Devaneios: Sejamos Todos Feministas - Chimamanda Ngozi Adichie



Hey!!!

Hoje é dia de falarmos sobre um assunto mega relevante: o feminismo e a questão de gênero em geral. O devaneio de hoje traz o livro: Sejamos Todos Feministas da autora Chimamanda Ngozi Adichie. Este post tem como detalhe especial a colaboração da minha amiga leitora Jailda Alves (@passosjai) que também leu o livro e fez questão de mesclar suas impressões com as minhas, resultando nesse post super girl power que você vai conferir agora!!




No nosso cotidiano é “comum” nos depararmos com explosões de padrões e regras, surgidas dos mais distintos lugares, como nas redes sociais, família, entre amigos e etc., algumas delas já estão inseridas na sociedade a tal ponto que muitas pessoas não conseguem sequer notar. Você pode se perguntar: “como isso?”, ou até estar convicto(a) que é mais um “mimimi” de gente que vê problema em tudo, como é considerado por muitos.

Chimamanda na palestra que originou o livro "we should all be feminists"


No entanto, um livro pequeno mas de conteúdo cheio de questionamentos traz reflexões que valem muito a pena serem levadas em consideração. No livro Sejamos todos feministas, Chimamanda convida a nós, homens e mulheres, a pensarmos sobre a questão de gênero de uma maneira diferente e simples, por meio de sua escrita leve e íntimista a autora nos guia por fatos do dia a dia que parecem corriqueiros, mas carregam uma grande carga de preconceito contra o gênero feminino. Chimamanda deixa claro nessa obra que o feminismo é um termo cheio de estereótipos e que muitas vezes é mal compreendido e mal utilizado. 


O ponto alto dessa obra na minha opinião é a questão do respeito a feminilidade da mulher, pois podemos lutar pelos nossos direitos, contra o que tira a nossa dignidade, sem ter que deixar nossa essência de lado, sem deixar que a questão do gênero dite quem DEVEMOS ser, e não quem somos. Uma ótima dica de leitura para quem quer iniciar seus estudos sobre gênero de uma maneira leve e objetiva. Um livro pra ser lido por HOMENS e MULHERES.


A leitura desse livro ajuda não somente a quebrar os estereótipos ligados ao feminismo, mas responde indiretamente algumas questões comumente direcionadas as feministas e redireciona e racionaliza o instinto adotado por algumas pessoas, o qual resume-se ao desvio e contorno da situação, enquanto algumas debatem, mostram um contraponto e lutam até serem ouvidas, ou até conseguir o objetivo pretendido, nesse caso, ao que refere-se aos direitos as mulheres.


Para se inteirar mais sobre o livro, não deixe de assistir a palestra que deu origem a obra em questão: 


Além do livro, parte do discurso de Chimamanda foi musicado por Beyoncé na canção #FLAWLESS 


Hasta la Vista!