domingo, 28 de junho de 2015

#TAG: Amores Ficcionais




Não adianta negar, todo leitor tem um amor ficcional, aquele personagem pelo qual você se apaixona durante a leitura e continua apaixonado mesmo depois de terminar o livro/filme/série. Um personagem que possui qualidades que te encantariam em qualquer galáxia 'hahaha



 Mas quais seriam os motivos para alguém se apaixonar por um personagem? aaah esses são muitos, e talvez inexplicáveis! Para que entender, vamos apenas amar gente!!! E para isso algumas leitoras se prontificaram a compartilhar seus amores conosco.

Quem quiser  participar só tem que responder essas três perguntas
1.sou apaixonada por....
2. Livro...
3. Por que ele(a) é apaixonante.....



#Meu Amor Ficcional: Ian Clarke 




" Lá vai! Sou apaixonada por Ian Clark dos livros Perdida e Encontrada da Carina Rissi. Ele é apaixonante porque é gentil, carinhoso, muiiito charmoso e fez de tudo pra ficar com seu grande amor Sofia, que poderia ser eu, rs". :) ~ Laís Cunha




#Meu Amor Ficcional: James Carstais



1 - "James Carstairs (Jem)

2 - Série: As Peças Infernais, da autora Cassandra Clare

3 - Jem é o tipo de pessoa que eu gostaria de ser, mas, principalmente, o tipo de companheiro que eu amaria ter, sabe? Casar, ter filhos e envelhecer juntos. Jem é o tipo de pessoa que o mundo precisa. Gentil, educado, amigo, confiável, paciente, LEAL, carinhoso e totalmente altruísta. Uma pessoa capaz de abrir mão da própria felicidade e do futuro que almeja pelo bem daqueles que ele ama. Cassandra foi de uma sensibilidade ímpar ao criar uma personagem como ele. É por tudo isso que ele é a pessoa/personagem mais apaixonante para mim." ~Leila Cunha




#Meu Amor Ficcional: Jace




"1) Jonathan Christopher "Jace " / Wayland / Morgenstern / Lightwood / Herondale.

2) Série Instrumentos Mortais, da autora Cassandra Clare.

3) Jace é um homem protetor, faz vc se sentir uma pessoa protegida, amada; tem uma autoestima inabalável; é companheiro e tem um ótimo senso de humor.
Ele é tudo de bom !" ~Neide Oliveira



Conte pra gente quem é seu amor ficcional? Deixe sua resposta nos comentários, ou entre em contato nas redes sociais, que ela poderá fazer parte dos próximos posts!!!

Hasta La Vista! :*

sábado, 27 de junho de 2015

Leituras e Devaneios: Austenlândia - Shannon Hale


Bem vindos a Austenlândia! Gente, mesmo com esse meu lado moleque, futebol, superheroes, vampiros e tal, uma coisa é certa Jane Austen é a rainha do mundo 'hahaha! ~Papo de fã enlouquecida, ignorem~  Mas zoeiras a parte a verdade é que meus gostos pessoais não fazem sentido nenhum e isso é.......................................... maravilhoso!!! A-d-o-r-o!

Tá tá, parei de enrolação e vamos logo ao nosso delicioso assunto; o livro Austenlândia de Shannon Hale! Que atire a primeira pedra a janeite que nunca sonhou em entrar em uma máquina do tempo e se transportar para a Inglaterra Austeniana? Ponto para a sortuda Jane Hayes ~O nome dela é Janeee!!!~ que não necessariamente viaja no tempo, mas mergulha de cabeça na sociedade descrita nos romances de Austen. sortuda essa moça, ou não?



Mais ou menos, Jane Hayes é uma mulher madura já com seus 33 anos com uma bagagem de vários relacionamentos desastrosos e uma obsessão desenfreada pelo Mr. Darcy!! Quem conhece sabe que é muito fácil se apaixonar pelo Mr. Darcy, bonito, rico, bem educado e claro: ficcional! 




É graças a essa paranoia de Jane em encontrar seu Mr. Darcy que ela tem a oportunidade de ir á Austenlândia um lugar na Inglaterra que conserva os costumes do século XIX para proporcionar a seus visitantes uma total imersão no ambiente dos romances de Austen.



 Bom não pretendo dizer como ela chegou lá, por que corro o risco de encher todo mundo de spoilers, mas posso adiantar que lá é onde Jane vai tentar se curar da sua mania de achar que todos os homens devem ser como Mr. Darcy e que eu dia ela encontrará alguem que se encaixe perfeitamente nesse perfil.



Vocês podem até estar pensando: "Essa Jane é uma louca!!!" e durante o livro tive a mesma sensação, mas que atire a primeira pedra quem nunca teve um amor ficcional? Pois é, o mais legal da Jane é que você, mesmo achando ela louca, começa a se identificar com ela, pensar sobre todos os relacionamentos desastrosos dela e sobre todas as vezes que você, assim como a Jane colocou expectativas demais sobre as atitudes de outra pessoa, não necessariamente em relacionamentos amorosos, e se machucou por causa disso.

Austenland é uma divertida história de narrativa leve, com um irresistível toque de humor que Shannon Hale deve ter tratado de herdar da nossa Diva máxima Jane Austen. É um romance que toda Janeite deve ler, se deliciar e quem sabe se inspirar para produzir outros romances como esses 'hahaha

Em 2013 Austenland ganhou sua adaptação fílmica, tão divertida quanto o livro e com o lindo e eterno Mr. Tilney; JJ Field no elenco. Segue abaixo o trailer do filme, eu recomendo conferir  livro e filme cada um tem suas particularidades mas são diversão na certa!



Hasta La Vista :*

sábado, 13 de junho de 2015

Leituras e Devaneios: Web Séries literárias que você não pode perder!






Hey Leitores!


Hoje estou aqui para falar sobre duas coias que gosto muito; literatura e internet 'hahaha e o foco deste post será indicar para vocês uma ligação super interessante entre a modernidade e os clássicos da literatura inglesa; as web séries!


Pra quem ainda não sabe existe um canal no YouTube chamado Pemberley Digital, sim Pemberley a bela residência do Mr. Darcy em Orgulho e Preconceito. Pois agora se encontra em Pemberley um conjunto de web séries que trazem uma releitura super interessante sobre obras clássicas da literatura, seguem neste post alguns exemplos das séries apresentadas pelo canal depois é só pegar a pipoca e começar a acompanhar a série que mais gostar!



#The March Family Letters 




Esta é uma adaptação moderna de Little Women obra de  Louisa May Alcott. A série segue as quatro irmãs March enquanto elas fazem pequenos vlogs para a sua mãe que está no exterior. Os vídeos documentam o seus amores, perdas e lutas até a idade adulta.

 Jo March é a entusiasta dos vídeos, mas o projeto se torna um prato cheio para a exibida Amy dar suas contribuições bizarras a trama. A irmã mais velha Meg e a tímida Amy são relutantes a ideia, mas depois se envolvem com os vídeos e podemos acompanhar o dia a dia das meninas de uma maneira atual e divertida!

Sobre a obra original:





"As irmãs Meg, Jo, Beth e Amy conhecem algumas dificuldades depois da partida do seu pai para a guerra e dos problemas econômicos que a família enfrenta. Mas o espírito lutador e de união que reinam naquele lar ajudam-nas a seguir em frente. Quer em casa quer nas relações com os amigos e vizinhos, elas conseguem surpreender, continuar e ser fiéis aos seus sonhos, vivendo cada dia com esperança. Uma história em que o amor e a coragem se revelam mais fortes do que todas as dificuldades que estas quatro irmãs, juntamente com a sua mãe, têm de enfrentar."












# Frankenstein, MD



"Frankenstein MD", uma adaptação do romance clássico Frankenstein. Inspirado na obra da brilhante escritora britânica Mary Shelley, a série recria o personagem-título como Victoria Frankenstein, um prodígio obsessivo, excêntrico e determinado a provar a si mesma sua capacidade de se destacar nos campos da ciência e da medicina que são em sua maioria são dominados por homens.

Victoria é uma aluna PhD / MD focada em uma carreira como cientista. Junto com seu colega, Iggy DeLacey, a ambiciosa e ousado cientista cria um vlog sobre ciência no YouTube, explicando conceitos biológicos e médicos complexos. Victoria persegue uma linha mais ousada de pesquisa, no entanto, ela faz uma série de chocante descobertas que poderiam pôr em perigo não só a sua carreira, mas a sua vida e as vidas de seus amigos.

Sobre a obra original:


Na minha opinião Frankenstein dispensa apresentações, mas para quem ainda não conferiu segue uma breve sinopse:


        "Frankenstein: ou o Moderno Prometeu", escrito em 1816, por Mary Shelley(1797-1851) é um dos maiores clássicos da Literatura Gótica e do Romantismo, e uma das obras mais conhecidas da literatura universal de todos os tempos.O romance, geralmente em clima tétrico e dramático, conta a história de Victor Frankenstein, um jovem estudante de ciências naturais, que fica fascinado pela hipótese de poder criar vida a partir da matéria morta, e assim, empenha-se para isto. Após muito trabalho e esforço, ele consegue. Entretanto, o resultado não sai como o planejado: a sua criação é um ser amarelo, monstruosamente feio, de 2,40 m de altura; nas suas palavras "nenhum mortal seria capaz de suportar o horror daquele rosto." No entanto, apesar de sua aparência, o "monstro" demonstra ser alguém sensível, bondoso e inteligente, que apenas ansiava pelo amor e pela afeição, porém o mundo lhe dá um tratamento proporcional à sua monstruosidade exterior, ignorando as suas qualidades, o que resulta em seu profundo sentimento de vingança e ódio, sobretudo por seu criador, Victor Frankenstein, que também o despreza e repudia. A partir daí toda a desgraça recairá sobre Victor e aqueles que ama."


PARA TUDO QUE AGORA VAMOS FALAR DE JANE AUSTEN!!!! <3

#Emma Approved




Emma Approved é uma adaptação do clássico Emma de Jane Austen. A série segue a icônica Emma Woodhouse, re-imaginada como uma brilhante jovem empreendedora que administra uma empresa de conselhos amorosos com seu parceiro de negócios e amigo de longa data Alex Knightley.

Emma registra um documentário sobre seu  negócio favorito: encontrar pares perfeitos, enquanto isso o seu blog oferece conselhos de estilo . Mais tarde na série, a amiga e assistente de Emma, Harriet Smith começa um clube de música interativo, on-line no canal de Emma, ​​executando canções originais e encorajando os fãs a responder com seus próprios vídeos. A experiência se estende por cinco diferentes mídias: vídeo on-line, blogs, fotografias, meios de comunicação social e da música

Enquanto Emma elabora esquemas para tornar a vida de todos melhor ela é levada a conhecer dramas e inesperadas revelações, aprende a ouvir as pessoas ao seu redor e a abrir seu coração para a possibilidade do amor.



Sobre a obra original:







"Emma Woodhouse, uma jovem bonita, inteligente e encantadora, está decidida a jamais se casar. Ela já possui toda a fortuna e a independência de que precisa e sente-se perfeitamente satisfeita com sua situação, o que não a impede de se divertir planejando casamentos entre as pessoas que a cercam. Ao conhecer Harriet Smith, uma moça de status social mais baixo, Emma decide ajudá-la a encontrar um pretendente que seja um verdadeiro cavalheiro. Porém, a jovem descobre que interferir demasiadamente na vida dos outros pode por em risco a própria felicidade. Para garanti- la, Emma deve superar seus preconceitos e compreender melhor o que se passa em seu coração. Marcado pela inigualável ironia de Jane Austen e repleto de diálogos geniais. Emma é um clássico imperdível."







E AGORA MINHA FAVORITA DE TODOS OS TEMPOS:

#The Lizzie Bennet Diaries




The Lizzie Bennet Diaries é uma inovadora adaptação  multiplataforma de Orgulho e Preconceito. Tornou-se a primeira série do YouTube a ganhar um prêrmio Emmy em 2013

A série reimagina o clássico de Austen em torno de um vlog ficcional filmado no quarto de  Lizzie, uma estudante de graduação de 24 anos, que vive em casa e sobrecarregado com uma montanha de dívidas estudantis, seu projeto de pós graduação e os conflitos de sua familia e amigos.


No enredo podemos acompanhar um ano na vida de Lizzie Bennet, que é uma estudante de comunicação, vivendo conflitos muito parecidos com os nossos: faculdade, grana curta, fim de semestre, melhores amigos, dúvidas sobre o futuro.... E mais os bônus dos Bennet's irmãs mais novas problemáticas, mães neuróticas, moços bonitos e possuidores de grandes fortunas que por um acaso vão morar perto de sua casa, moços bonitos que se interessam por você e são perfeitos demais pra serem verdade e etc...

Como produto da sua tese para sua pós graduação, Lizzie decide fazer um vlog, sobre sua vida, refletindo sobre a relação dela com sua família e suas irmãs e lá ela registra um ano cheio de descobertas, principalmente quando dois jovens ricos e charmosos se mudam para a sua vizinhança.

A web série deu origem a um livro " O Diário Secreto de Lizzie Bennet" sobre o qual eu já comentei aqui no blog vale a pena ler viu!

Sobre a obra original:

"Considerada a primeira romancista moderna da literatura inglesa, Jane Austen começou seu segundo romance, 'Orgulho e Preconceito', antes dos 21 anos de idade. Assim como em outras obras de Austen, o livro é escrito de forma satírica. 'Orgulho e Preconceito', pode ser considerado como especial porque transcende o preconceito causado pelas falsas primeiras impressões e adentra no psicológico, mostrando como o auto-conhecimento pode interferir nos julgamentos errôneos feitos a outras pessoas. A autora revela certas e posturas de seus personagens em situações cotidianas que, muitas vezes, causam momentos cômicos aos leitores, dando um caráter mais leve e satírico ao livro. As emoções e sentimentos devem ser decifrados por quem decidir mergulhar na obra de Jane Austen, uma vez que encobertos nas entrelinhas do texto. A escritora inglesa apresenta seu poder de expressar a discriminação de maneira sutil e perspicaz em 'Orgulho e Preconceito'; ela é capaz de transmitir mensagens complexas valendo-se de seu estilo a um tempo simples e espirituoso. O principal assunto do livro é contemplado logo na frase inicial, quando a autora menciona que um homem solteiro e possuidor de grande fortuna deve ser o desejo de uma esposa. Com esta citação, Jane Austen faz três referências importantes: a autora declara que o foco da trama será os relacionamentos e os casamentos, dá um tom de humor á obra ao falar de maneira inteligente acerca de um tema comum, e prepara o leitor para uma caçada de um marido em busca da esposa ideal e de uma mulher perseguindo pretendentes.O romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que a Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo. Quando o Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, a Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. Enquanto o Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, o Sr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, mostrando também, desse modo, a sociedade do final do século XVIII."




Bom gente, encerro aqui minhas dicas sobre web séries literárias, espero que vocês tenham escolhido todas para dar uma olhada vale a pena!!! No youtube vocês podem encontrar os episódios  legendados, caso necessário, se não aproveitem para praticar o inglês de vocês 'hahaha Não esqueçam de dar uma olhada nas obras originais, a experiência das web séries literárias ficam bem mais divertidas dessa maneira!!! Até mais!

Hasta la Vista :*





Sites de apoio:
http://renantempest.blogspot.com.br/2014/02/resenha-do-livro-frankenstein-de-mary.html
http://www.pemberleydigital.com
http://www.saraiva.com.br/orgulho-e-preconceito-2582131.html
http://www.pemberleydigital.com/the-lizzie-bennet-diaries/story-lbd/

domingo, 24 de maio de 2015

Leituras e Devaneios: Meus problemas com John Green.


 Aceitem, eu tenho problemas com o John Green, nem todo mundo gosta do que todo mundo gosta, e como dizem as mães "você não é todo mundo!" exatamente!!! Não sou todo mundo mas já li John Green principalmente porque fiquei curiosa diante de tanto burburinho envolvendo este tal de "João Verde" e lá fui eu correndo ler os livros do cara, \O/ \O/  tive uma experiência diferente para cada um e vou explicar um pouquinho pra vocês agora, let's go!



O John Green todo mundo sabe, é o cara quando se trata de comunicação com os jovens ele e o irmão Hank Green bombaram com o Vlog chamado vlogbrothers, são quase os pais dos vloggers até onde eu sei. rsrs Os livros dele são os queridinhos dos jovens leitores brasileiros e de uns anos pra cá, tudo que o Green escreve vira ouro. ~até a lista de supermercado 'haha~  

Agreguei a minha humilde coleção três livros dele: O Teorema Katherine, Cidades de Papel e claro,  o aclamado A Culpa é das Estrelas. Vou elaborar um breve top três sobre o que achei de cada um deles.



3. Cidades de Papel - Paper Towns



~Sinopse~

Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.
Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.




Este foi o terceiro livro do John Green que li e o que me fez parar de ler John Green, achei até que aguentei muito, porque eu penei bastante pra terminar de ler este livro, não me cativou e empolgou pouco, o livro começa super legal, pensei "poxa deveria ter lido este primeiro!" errada eu estava, alguns capítulos a frente o livro perdeu a graça, foi se tornando repetitivo a narrativa fica cansativa e o Quentin um chato -_- me arrastei até os últimos capítulos do livro até chegar a parte da viagem e o livro voltou a empolgar!!! 

Só que por pouco tempo até porque quem já leu sabe que o final de Cidades de Papel não é assim tão legal. Acredito que esta seja uma obra que fala sobre frustrações pois foi essa a imagem que ficou pra mim, seria a linha tênue que enfrentamos entre os nossos sonhos e ilusões, mas mesmo assim não curti muito.

A obra já tem adaptação prontinha para chegar aos cinemas este ano, quero ver o que a adaptação cinematográfica vai fazer pra dar um final mais legalzinho pra história de Q e Margo. ~ou não~ Vou assistir somente por motivos óbvios da fofura do Nat Wolff   'hahaha 

Motivos óbvios e suficientes 'hahaha
2. O Teorema Katherine - An Abundance of Katherines



~Sinopse~

O Teorema Katherine - Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.


Deste eu não me arrependo, rsrs apesar de não ser o tipo de literatura que eu estava esperando, não vou mentir que estava aguardando um romancezinho meio Nicholas Sparks e tal... não me decepcionou! ÊEEH \O/ Tanto que eu ainda tive fôlego para ir ler Cidades de Papel depois deste.

O Teorema é super engraçado e instigante, é o tipo de livro ideal pra ler nas férias só pra se divertir e espairecer a mente.

Uma das tantas coisas que eu achei interessante no livro foram os desafios tradutórios dele, mais até do que a história em si. O Teorema é cheio de anagramas ~o que é um anagrama?~   Anagrama é um substantivo que significa uma palavra ou frase que é construída através da alteração das letras de uma outra palavra ou frase. ex: Alegria: alergia, regalia, galeria.

Eu logo pensei coitada da tradutora que teve a tarefa de traduzir este tanto de anagramas 'hahaha A dona da façanha foi Renata Pettengill, na época, esta escreveu ao blog da editora intrínseca contando que pediu ajuda ao próprio John Green para traduzir os anagramas: 

"comentei que já estava com O Teorema Katherine na fila, e ele respondeu dizendo que, sim, esse seria um desafio tradutório enorme (pediu até desculpas, prometendo nunca mais fazer uma coisa dessas comigo!), e indicando o site ao qual ele havia recorrido enquanto escrevia o livro, e que poderia me ajudar também.

Assim que iniciei os trabalhos, sempre que deparava com uma palavra, uma frase, ou um nome próprio que o John havia anagramatizado no original, eu pegava a palavra ou a frase equivalente em português (ou o nome em questão)  com possibilidades de anagramas na nossa língua gerados pelo site, e outros gerados por mim, para escolher a melhor opção entre as que faziam sentido no contexto da história."

Não satisfeito o senhor John Green ainda acrescentou ao enredo um teorema matemático verdadeiro! Sim meus caros leitores esse homem é um perfeito nerd 'hahaha mas como o próprio John deixa claro nos apêndices do livro o Teorema não foi criado por ele já que ele não é bom em matemática: 

"O desafio de John foi ser capaz de inserir um teorema na história do livro, já que o próprio autor é uma negação em matemática. “Escolhi a faculdade que cursei, em parte, porque não exigia nenhum pré-requisito matemático”, explica John Green. Felizmente para ele, um de seus melhores amigos, Daniel Biss — professor-assistente da Universidade de Chicago e pesquisador do Instituto Clay de Matemática —, aceitou a tarefa de criar uma fórmula que funcionasse no contexto da história."

E estes foram os desafios e pontos interessantes que eu curti em o Teorema Katherine, além do fato de ter me divertido bastante com os personagens! Achei que o John poderia ter promovido uns encontros do Colin com as Katherines ou que ele apenas encontrasse uma maneira da narrativa não ser tão previsível, mas valeu pela diversão, tanto que ao fim do livro o autor acrescenta uma nota aos leitores bem legal, que dá a entender que ele se divertiu escrevendo a obra tanto quanto eu ao lê-lo, para que isso não se passasse em branco acrescentei ao meu livro uma nota ao autor que ficou fugging divertida  ~posto uma foto dela aqui later~


1 A Culpa é Das Estrelas - The Fault In Our Stars



~Sinopse~

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar. 

No meu caso é melhor utilizar a expressão, "a culpa é do Ed Sheraan" 'hahaha, Pois é eu só li e assisti ACEDE por causa da música "All of the Stars" no dia em que o  Ed lançou o vídeo da música eu o assisti e amei a música na hora!! Amor a primeira ouvida <3 'hahaah (vou parar de falar do Ed se não não paro mais, aliás já comentei sobre ele neste post )



Bom, voltando ao assunto do livro eu já havia ouvido muita gente comentar e recomendar, mas sou teimosa e só fiquei com vontade de ler mesmo quando ouvi a música do Ed aproveitei a parada para a copa do mundo ano passado e devorei o livro!! A minha opinião geral é que é um bom livro, classifico de longe como o melhor do John Green, melhor em estrutura narrativa, em enredo, e em maturidade. Já que os demais livros, como Cidades de Papel e o Teorema Katherine, foram lançados primeiro que ACEDE, foi com a grande procura por este livro que o John Green popularizou seus outros trabalhos.

A história da Hazel é daquelas que te encanta, tudo parece estar no seu lugar, acontecer como a ficção deve ser, até quando o Green decide dar um choque de realidade na gente, fazendo-nos lembrar que ficção e realidade nem sempre estão tão distantes, estas conversam incessantemente entre as entrelinhas.

Além disso, A Culpa é das Estrelas é uma história sobre leitores, é inicialmente a paixão de Hazel pela leitura que a leva a ter contato com Gus e a maioria dos fatos do enredo adiante. Ela é, assim como nós, uma leitora que procura sede de respostas ao que nem sempre deve ser respondido pelo autor, mas sim pelo próprio leitor que pode se apropriar e interpretar o texto da maneira que melhor entender, tendo em vista suas próprias expectativas.



Ao final, John Green é um autor de diferentes nuances, mas ainda assim será difícil superar a diferença de A Culpa é das Estrelas quando comparada as suas demais obras, não entrou pra minha lista de autores favoritos mas me fez pensar bastante sobre o que está sendo lido em grande escala e quais as relações deste tipo de leitura com o meu gosto pessoal e muitas vezes "do contra" 'hahah


Opiniões diferentes das minhas!? Ótimo!! Deixe suas impressões sobre o que já leu do John Green nos comentários e compartilhe sua experiência conosco!


Hasta La Vista :*




sites de apoio:
http://www.intrinseca.com.br/blogdasseries/2013/03/traduzindo-e-anagramatizando-o-teorema-katherine/
http://www.intrinseca.com.br/blog/2013/03/o-teorema-katherine-e-seus-desafios-matematicos-e-tradutorios/





quarta-feira, 13 de maio de 2015

PORQUÊ EU... acho que as pessoas devem medir suas palavras.

Me leve a sério se for capaz...
PORQUÊ EU ACHO QUE AS PESSOAS DEVEM MEDIR SUAS PALAVRAS...


         Não, não estou parafraseando o  mini funkeiro de cabelo colorido, mas também não vou dizer que ele está totalmente errado em pedir para os "parças medirem suas palavras".  Palavras parecem inocentes, mas carregam em si significados e sentimentos que podem tanto fazer bem quanto mal, e na maioria das vezes faz mal e o pior é: nem percebemos, só sabemos o quanto certas palavras podem machucar quando somos machucadas por elas. 


        Nunca se deve brincar com os sentimentos do outro, não sabemos o que ele passa dia apos dia, suas lutas internas pra ser quem é, para estar onde deseja, uma palavra errada pode desencadear cicatrizes para uma vida inteira.

       Eu lembro de várias vezes que fui machucada por palavras, mas tenho poucas lembranças de vezes em que fiz o contrario, não me orgulho disso, tenho medo, sei que posso ter feito mal sem ter percebido ou sem ter dado a devida importância, afinal não há como lembrar da dor que não foi sentida por mim. A única certeza que fica é a de não ter tido oportunidade de pedir desculpas.


       O pior de tudo é que as pessoas as quais machucamos mais facilmente, são aquelas que mais amamos, somos seres humanos com o ego grande o bastante para acharmos que devemos ser amados, ou que as outras pessoas tem a obrigação de nos amar. Nem sempre damos a devida atenção a quem nos ama e descarregamos nossas palavras sem medo, achando que temos direito a isso.


       Acho que todo o cuidado é pouco quando se tratam de palavras, se forem de sentimentos bons, carinho, afeto, estas precisam ser verdadeiras, vir do coração. Se forem de crítica devem ser coerentes, focadas, se forem para o mal devem ser ignoradas.


        A graça de poder dizer o que se quer é também a de poder praticar a melhor maneira de escolher as palavras corretas, saber lidar com a sua liberdade de se expressar sem ter que carregar a duvida de ter magoado alguém e não esquecer que para todas as outras vezes em que não souber como fazer isso, há sempre a opção de se calar.



Hey, amigos leitores, #PqEu... será uma nova seção no blog, onde eu irei expressar minha opinião sobre assuntos diversos! Aceito sugestões de temas para este espaço, deixem sua opinião nos comentários! :)
#Hasta La Vista ;*

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Pensando sobre Cinema: Planos Cinematográficos




Hey Leitores!!

Vamos falar de algo que todo mundo ama:  CINEMAAA!!!! êeh! Bom, pelo menos eu amo e fico bastante empolgada quando começo a falar sobre isso e claro misturei cinema no TCC! hahahah mas, neste post, vou falar de um tema específico no cinema, mais precisamente de análise cinematográfica e dentro desta temos os planos cinematográficos!!! O que são? Onde vivem? Como encontrá-los? Estão prontos!? Vamos lá!



Primeiro vamos ás definições...

O que é um plano?? 



O conceito de plano é um tanto amplo, e a palavra é utilizada de uma forma bem abrangente e confusa para alguns, dependendo da teoria que você estiver utilizando vários termos serão apresentados, vamos seguir com estes...


•O plano é:
- o intervalo que há entre dois cortes.
- a menor unidade fílmica.
- um trecho de filme rodado ininterruptamente, ou que parece ter sido rodado sem interrupção
- um conjunto ordenado de fotogramas ou imagens fixas, limitado espacialmente por um enquadramento (que pode ser fixo ou móvel) e temporalmente por uma duração.

Os planos cinematográficos são classificados a partir de critérios diversos, sua análise é ponto super importante dentro do ponto de vista da analise fílmica, este pode ser classificado: 
- Quanto à distância entre a câmera e o objeto filmado (enquadramento):
- Quanto à duração
- Quanto ao ângulo vertical
- Quanto ao ângulo horizontal
- Quanto ao movimento


Dito isto, vamos agora compreender os tipos de plano!!! Para melhor entender cada tipo, vamos ilustrá-los com alguns exemplos!! Pega a pipocaa!



  • Plano Geral 

Enquadramento de um grande cenário ou de uma paisagem, no qual é difícil identificar a presença dos personagens de imediato. O Plano Geral pode ser um conjunto de casas, uma cena geral e aberta das ruas de uma cidade, um grande campo para agricultura e outras cenas de iguais proporções. Este plano serve para contextualizar o local onde ocorrerá a cena seguinte.


Eu sou a lenda
  • Plano de Conjunto

No plano de conjunto é mostrado um enquadramento de um cenário, no qual um ou mais personagens podem ser vislumbrados e identificados facilmente. Assim como no Plano Geral, este plano serve para contextualizar o local onde ocorrerá todo o resto da cena, assim como para mostrar quais personagens participam desta cena.


Os Vingadores

  • Plano de Detalhe

O plano de detalhe mostra detalhes do rosto, de uma parte do corpo, de um objeto, etc.

Este enquadramento serve para chamar a atenção para um objeto, como uma mala que foi esquecida no aeroporto, ou para uma ação de uma parte específica do corpo, como as mãos de um personagem escrevendo uma carta.

Também serve para aumentar a carga dramática de uma cena, como por exemplo, ao enquadrar os pés de um assassino caminhando pela casa, sem revelar sua identidade. Ou o enquadramento dos dedos de um personagem nervoso, tamborilando sobre a mesa.

Laranja Mecânica

  • Plano Americano
Plano americano mostra o personagem dos joelhos para cima, aproximadamente.

O Gladiador
  • Primeiro Plano
O Primeiro Plano (às vezes chamado também close-up) mostra um único personagem em enquadramento mais fechado que o plano americano.


Wolverine - Imortal
  • Primeiríssimo Plano
O Primeiríssimo Plano (ou close-up) é mais fechado ainda que o Primeiro Plano

Jogos Vorazes- A Esperança Parte 1

Segue abaixo mais alguns exemplos de Planos Cinematográficos e suas definições!


Sabemos que o uso de devidos planos, enquadramentos, movimentos de câmera e etc... não são escolhidos a toa, cada equipe faz a escolha de uso de acordo com o efeito que estes desejam causar em seus espectadores, estes são chamados de efeitos psicológicos, para entender melhor, seguem alguns exemplos




- Personagem no ângulo de duas paredes – cria sensação de confinamento.


- Câmera não enquadrando teto – cria sensação de confinamento.


- Personagem se afastando da câmera – cria sensação de solidão (em direção ao mar em dia chuvoso, por exemplo).


- Personagem se aproximando rápido em direção à câmera – cria sensação ameaçadora. O personagem parece crescer.


- Câmera alta – faz o personagem parecer pequeno. Réu diante do juiz, por exemplo. Sobre um veículo, faz ele parecer perder a velocidade.


- Câmera baixa – faz o personagem mais importante. Usando uma grande angular, o veículo parece ganhar velocidade.


- Câmera enquadrando o céu – cria sensação de liberdade.




Espero que as dicas aqui tenham sido esclarecedoras, e quem sabe possam ajudá-lo a se interessar na análise cinematográfica e se apaixonar ainda mais por cinema!? hahahaha eu já gosto e cada vez me encanto mais, espero voltar com mais posts sobre cinema! Fiquem ligados! hahah


Hasta La Vista :*

Saiba mais em: http://cameracotidiana.com.br/saladeaula/tema/plano/